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Negociação da Seplan garantiu ligação entre setores importantes da cidade

Paulo Toledo
| Tempo de leitura: 2 min

A titular da Secretaria de Planejamento (Seplan), arquiteta Maria Helena Rigitano, destaca que as negociações com o Grupo Savoy se alongaram por cerca de 18 meses para que se chegasse a uma alternativa viável de sistema viário, evitando que houvesse problemas na ligação entre os setores da cidade.A solução de permitir o fechamento da rua Adolfo José Pereira, que hoje liga a alameda Otávio Pinheiro Brisola com a avenida Chaim Mauad, e fazer o alargamento da rua Rui Mendes de Rossis e ligação com a Chaim Mauad foi a que acabou sendo consenso.Pelo projeto, a Rui Mendes de Rossis vai chegar até a rua Henrique Savi. Neste local, haverá uma passagem perpétua por dentro do empreendimento, no nível atual da Henrique Savi, que ligará com a rotatória da avenida Chaim Mauad, já do lado do Wal-Mart. Este vão de passagem, que terá dimensões para passagem de ônibus e caminhões, ficará entre o estacionamento subterrâneo e o shopping de ligação entre o Bauru Shopping e o Wal-Mart.Maria Helena Rigitano destaca que o sistema viário como um todo, com cerca de 1.700 metros lineares, ou algo em torno de 51 mil metros quadrados, incluindo área de asfalto, calçadas e canteiros centrais das avenidas, inclusive com a ligação da avenida Chaim Mauad com a avenida Getúlio Vargas, por meio da rua Alcindo Soares e avenida Odilon Braga, que serão pavimentadas e receberão infra-estrutura, terão os custos rateados entre a Prefeitura e os empreendedores, numa proporção de 25% para o município e 75% para a iniciativa privada.As áreas necessária para dar continuidade à avenida Chaim Mauad já foram resolvidas: o Savoy comprou uma área do advogado Sérgio Evangelista e está doando para a Prefeitura. De outro proprietário, Alcides Trentini, o Grupo Savoy está buscando o mesmo tipo de operação. Já uma área do empresário Moussa Tobias será desapropriada pela Prefeitura, mas já há um acordo para que a operação seja feita consensualmente.Maria Helena destaca que o projeto contempla, inclusive, o retorno para quem vem pela rodovia Marechal Rondon. A volta será feita pelo trevo atual da avenida Nações Unidas. Ao invés do motorista entrar em Bauru, faz o retorno e volta para a rodovia com direção a Agudos e entra por um acesso próximo ao atual posto da Polícia Rodoviária (veja ilustração sobre o sistema viário).Essa ligação com a rodovia Marechal Rondon é considerada fundamental para a atração do público alvo do empreendimento, que é a população de cidades da região num raio de 100 quilômetros.

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