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Jazigos são furtados no Cemitério Cristo Rei

André Tomazela
| Tempo de leitura: 2 min

Os problemas de furtos e violações de sepulturas nos cemitérios municipais de Bauru não cessaram. Desta vez, foi o Cemitério Cristo Rei, localizado no Parque Roosevelt, que voltou a ser atacado.

Na madrugada de domingo, cerca de 50 jazigos sofreram a ação de furtos. Foram levados argolas de bronze, latão e amianto e crucifixos. De um dos jazigos foi levado um vaso. O jazigo de número 2.387 teve a sua sepultura violada

A ação do furto foi verificada pela manhã, pelo funcionário do cemitério, que acionou a polícia.

De acordo com o delegado titular da DIG/Garra, J.J. Cardia, o Boletim de Ocorrência foi distribuído aos investigadores, que iniciarão trabalho de busca dos possíveis autores do furto.

Segundo Cardia, os outros furtos já ocorridos no mesmo cemitério, em alguns casos, tiveram os autores esclarecidos pela equipe da DIG/Garra. Nós já apreendemos mercadoria na ocasião de outros furtos, comenta.

O JC noticiou vários outros ataques ao cemitério. No dia 2 de maio do ano passado, foram furtadas cerca de 33 plaquetas dos túmulos.

J.J. Cardia afirmou, ainda, que os objetos são furtados para depois serem vendidos por quilo em ferros velhos.

Funcionário

A Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb) afirmou, através de sua assessoria de comunicação, que a solução encontrada para tentar conter os furtos é manter um funcionário no Cemitério Cristo Rei até as 21 horas. Esse seria o período de maior ocorrência das invasões.

O procedimento já está sendo adotado no Cemitério da Saudade e teria reduzido, consideravelmente, o número de furtos no local.

Quanto à contratação de vigias, solução cogitada em outras ocasiões pela Emdurb, ela estava suspensa pela lei eleitoral até o dia 31 de dezembro. Caso haja alguma decisão nesse sentido, os vigias teriam que ser contratados mediante a realização de concurso público. De acordo com a assessoria de comunicação, a proposta pode voltar a ser estudada, mas não há nada definido, ainda.

A proposta de aumentar a altura dos muros do cemitério, para dificultar a invasão, também discutida no ano passado, já estaria em fase de finalização junto à Diretoria de Limpeza Pública da Emdurb, que coordena os trabalhos realizados nos cemitérios da cidade.

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