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Redação
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Dividir o pão

O prefeito Nilson Costa enviou à Câmara projeto de lei que pede autorização para o município participar do Consórcio Intermunicipal para conservação e manutenção de vias públicas. O convite para que Bauru participasse do consórcio foi feito pelo secretário estadual de Agricultura, João Carlos de Souza Meirelles. Sem dinheiro, talvez a saída seja que as cidades dividam mão-de-obra, combustível e máquinas, numa ação conjunta.

Dinheiro das multas

Já em outro projeto, Nilson Costa defende que o dinheiro vindo da receita de multas de solo possa ser utilizado para o pagamento de despesa de pessoal da Diretoria do Sistema Viário da Emdurb. A Emdurb ainda investe na Companhia de Trânsito da PM com essa receita. A empresa tenta, a todo custo, reduzir sua dependência financeira em relação à Prefeitura.

Sem currículo

A decisão do presidente pefelista Dudu Ranieri de solicitar currículos de militantes para análise, com objetivo de decidir sobre ocupação de cargos em comissão, acabou provocando revolta no grupo. Na época da eleição não nos pediram currículo. Por que somente agora?, questiona um pefelista.

Dois PFL

O PFL, que sempre esteve estável em suas relações políticas internas e externas, vive turbulências em todo o País. Em Bauru, o problema não é deixar o governo, como em Brasília, mas como e com quem administrar (no caso, o DAE). Já na Capital Federal, uma parte do partido está ressentida com o governo, mas não sabe como nem com quem sair. A charge de hoje ilustra muito bem.

A mesma história

Dois assuntos se repetem a cada começo de ano em Bauru. As chuvas e o repasse de dinheiro da Prefeitura para o Carnaval. O vereador Luiz Carlos Valle (PDT) acha que há um contra-senso em repassar R$ 200 mil para as escolas de samba e não ter dinheiro para consertar máquinas ou fazer pequenos serviços nos bairros. O vereador entende que o momento crítico vivenciado pela cidade exige maior critério na divisão do cofre.

Horário da sessão

A Mesa da Câmara colocou na pauta da sessão de hoje o projeto de resolução que pretende alterar o horário de início das sessões, de 17 horas para 19h30. Há opiniões diferentes entre os vereadores sobre o assunto. Os horários ideais variam de 18 horas às 19 horas, incluindo a proposta da Mesa. A vantagem da modificação para um horário mais tardio seria fugir da Hora do Brasil. A desvantagem seria perder audiência para a novela das oito.

O ritual

Para discutir o assunto é interessante também levar em consideração o horário de saída dos trabalhadores do comércio (a maioria, 18 horas), mas também o ritual da sessão. A primeira meia-hora é utilizada para leitura de processos, o que não chama muito a atenção. Depois, vêm os discursos dos vereadores, com duração de três horas. A última etapa é da votação dos projetos, que tem duração de acordo com os temas do dia.

Os juros

Outro projeto polêmico na pauta de hoje é o que discute os parâmetros para atualização monetária e cálculo de juros de mora dos tributos do município. No momento, há um vazio com o veto do prefeito à proposta de taxar em 2% e 5% os débitos, antes e depois de serem inscritos na dívida ativa.

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