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Qualidade de vida

Redação
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Quando se fala em qualidade de vida, não dá para deixar de comentar os males que a bebida alcoólica provoca nas pessoas. Tem muita gente que afirma que bebe muito pouco, apenas socialmente, acreditando não ter problema algum. Pois bem, vejamos: uma pessoa que toma apenas uma cerveja por semana, no final do ano consome aproximadamente 32,4 litros. Se extrapolar para 10 anos, são 324 litros. É muita bebida.

Da mesma forma que o kaizen sugere a realização de pequenas melhorias contínuas para se tornar, depois de um determinado tempo, uma grande melhoria, o ato de beber um pouco, de vez em quando, com disciplina, é uma forma de piorar continuamente.

São inúmeros os malefícios provindos do álcool, mas um dos mais preocupantes, nos dias atuais, é com relação ao psicológico. Dados concretos fornecidos por órgãos governamentais demonstram que, depois da guerra publicitária travada entre os maiores fabricantes de cerveja do país, no período da Copa do Mundo de 1994, aumentou sensivelmente o número de problemas psiquiátricos, de acidentes de trânsito, de divórcios e de brigas violentas (inclusive nos estádios de futebol). Virou uma loucura.

A linha de raciocínio é bem simples: atualmente, com excesso de informações e mudanças em todos os sentidos (Ken ODonnell, autor do livro Raízes de Tansformação, chama essa situação de Furacão), sem beber nada alcoólico já é muito difícil se equilibrar, agora imagine bebendo.

Só para se ter uma base, os orientais costumam comparar a mente de um ser humano com um cavalo selvagem, porque não é fácil dominá-la. A mente tem poderes que ainda desconhecemos.

Muitos alegam que a bebida deixa as pessoas descontraídas, relaxadas. Sim, realmente isto ocorre, mas temporariamente e de forma artificial. Ao passar o efeito da bebida, vêm as reações contrárias. As leis do universo são claras: para toda ação há uma reação no sentido contrário. Se você ficou muito feliz artificialmente, depois você ficará muito triste artificialmente, na mesma intensidade.

A verdade é que a engenharia humana não previu o álcool, malefício criado pelo homem, o qual ao ser ingerido, gera desequilíbrios físicos e mentais. Se você tem dúvidas, procure observar, no desenrolar do tempo, as pessoas que bebem.

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