Geral

Editorial

Giselle Hilário
| Tempo de leitura: 1 min

A indefinição do cenário argentino continuará a ditar os rumos do mercado brasileiro. Sem perspectivas favoráveis no país vizinho, para os próximos dias, analistas afirmam que a Bovespa ficará mais uma semana a reboque das oscilações do câmbio e dos juros.

As preocupações dos investidores continuarão voltadas para a atuação do Banco Central no mercado de câmbio e para uma possível mexida na taxa de juros na próxima reunião do Copom.

Os consumidores já estão sentindo no bolso a elevação da Selic. Os bancos das montadoras, por exemplo, já leveram as taxas de juros. Com a elevação, as instituições bancárias tendem a repassar o aumento do custo de captação do dinheiro para os consumidores, elevando-se assim as taxas de juros nas diversas linhas de crédito. E a expectativa do mercado é que a Selic suba ainda mais na próxima reunião, dia 18 de julho.

Enquanto isso, o mercado continua de olho na Argentina. Sem uma definição sobre o que vai ocorrer naquele país, o mercado local continuará muito afetado, na opinião dos economistas.

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