Venho aqui através desta falar um pouco sobre o xadrez bauruense, pois um esporte conhecido pela população sendo de pessoas inteligentes, em Bauru toma parâmetros contrários onde o egoísmo e rinchas de clubes estão se aproximando da ignorância de querer resolver algo com agressões físicas.
No final de semana, com muita alegria fui acompanhar uma etapa do campeonato paulista feminino, umas das competições mais importantes para as mulheres do Estado, mas quando me retirei e voltei para ver a 2.ª rodada defrontei com um aluno meu chateado, pois foi barrado de ver o andamento da competição e o porque ninguém sabe. Mas será ele uma pessoa estranha à ALBB? Não deve ser este motivo pois as portas estavam a abertas a todos e eu, um não-sócio estava lá e o rapaz um sócio do clube foi barrado.
Ficou para mim a pergunta: será que os responsáveis ficam sabendo destes acontecimentos? Onde mais uma família sócia do clube ficou descontente com o estabelecimento. Agora, eu como técnico do jovem, me vejo na obrigação de acompanhá-lo na competição para poder garantir o seu direito de ir e vir e de sua integridade física. Mas será que dentro da ALBB um sócio já não possui estes direitos?
(Fábio José Noviscki - RG 22.646.662-0)