Toda vez que dependemos de um serviço público, pensamentos turvos nos vêm à mente. Quando o assunto é saúde pública, temores e preocupações tomam conta da gente. De 18/9/01 a 16/10/01 tivemos a grata satisfação e agradável surpresa de que esta não é a regra. Durante este tempo (28 dias) nossa chefa de família esteve internada no Hospital de Base com seríssimos problemas de saúde. Nossos pensamentos começam a clarear e nossos temores e preocupações a dissipar-se a partir do atendimento a nós dispensado. Não podemos excluir ninguém. O pessoal da internação querendo agilizar o processo. O pessoal de portaria, corretos, gentis e educados mesmo quando nos barravam a entrada; o pessoal da limpeza sempre querendo apresentar um bom trabalho. O pessoal das refeições e da enfermagem sempre nos tratando com muito respeito e profissionalismo. Permitam-nos chamá-los de amigos e dizer: o patrão paga pelo trabalho de cada um dentro de suas funções, mas este amor e carinho a nós dispensados nos torna eternamente inadimplentes - jamais conseguiremos pagá-los. Falar um obrigado é muito pouco, mas nos desculpem, não achamos outro termo e do fundo de nossos corações, o nosso muito obrigado. Não poderíamos deixar de mencionar a equipe e o dr. Nilson Sebastião Miranda. Não o conhecíamos. Não queremos e não podemos avaliar sua capacidade técnica e seus conhecimentos - não temos competência, é óbvio, mas fomos agraciados por Deus que o colocou em nosso caminho. Foi nos possível sentir - quase apalpar - a dedicação e afeto que nos dispensou. Dr. Nilson, a nossa Alda Lazzarini já está curada. Jamais esqueceremos a emoção do ser humano Nilson ao anunciar esta constatação aos familiares também emocionados. Agradecemos a Deus e logicamente a você e à equipe de que você faz parte. Aceite nosso abraço com muito amor e carinho. Humildemente lhe pedimos: seja portador deste abraço a toda sua equipe, ao pessoal do centro cirúrgico e UTI; às meninas e os rapazes da enfermagem do terceiro andar, frente ímpar e principalmente do segundo frente par, a quem perturbamos bastante. Como poderemos pagar-lhes Como agradecer-lhes? Já dissemos acima: é impossível. Acreditem, estaremos sempre orando por todos vocês.
Pedimos a Deus que continue iluminando, abençoando e guiando sempre suas mãos e corações. Recebam nosso fraternal abraço e a certeza de que Deu lhes retribuirá este amor e carinho que nos dispensaram. (José Roberto Pires Machado - jrpmachado@bol.com.br)