Auto Mercado

Editorial

Marcelo Ferrazoli
| Tempo de leitura: 1 min

O “sexo frágil” vai à luta e, cada vez mais, demonstra que merece ocupar e até aumentar a sua participação no mercado de trabalho.

Há exatos seis dias da data internacional que lhes homenageia, as mulheres vêm superando desafios e provando que podem desempenhar com tão ou maior competência que os homens as mais variadas atividades.

Mas, apesar dos avanços e da emancipação social da mulher, há uma barreira cultural que teima em persistir no universo masculino: o preconceito. Embora pareça ter diminuído, ele infelizmente ainda está presente em todos os lugares. No mundo automotivo não poderia ser diferente. Reconhecidamente boas motoristas, com direito até a receberem descontos nas seguradoras por se envolverem menos em acidentes, as mulheres são os alvos preferidos dos “condutores-exemplo”.

Em atitudes que não os credencia a figurar no rol das pessoas civilizadas, os homens xingam, gesticulam e buzinam em nome da “boa” direção no trânsito. Tudo isso porque, normalmente, as mulheres são mais cuidadosas e menos agressivas ao rodarem. O que justifica tal comportamento? Nada, a não ser o puro e simples preconceito.

Por essa razão, cabe àqueles que ainda pensam e agem dessa maneira um simples exercício de auto-análise. A mulher não é melhor nem pior que o homem. Simplesmente é diferente. Ao aceitá-las, já estará dando um grande passo para superar o preconceito arraigado em suas raízes culturais.

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