O Comitê em Defesa da Mulher Trabalhadora realiza hoje, a partir das 10 horas, no cruzamento da rua 13 de Maio com o Calçadão da Batista, um ato para repudiar as propostas de alterações na CLT, dentre as quais a que acaba com a estabilidade da gestante no emprego.
Além do ato, as organizadoras do evento vão coletar assinaturas que serão enviadas ao Congresso Nacional, repudiando a proposta do Governo Federal, assinada pelo senador Luiz Pontes (PSDB-CE). A organização já possui duas mil assinaturas. O comitê aproveita o ato para difundir o Dia Internacional da Mulher, comemorado ontem.
Lançado em Bauru no dia 10 de outubro do ano passado, o Comitê em Defesa da Mulher Trabalhadora é um movimento que tem por objetivo lutar pelos direitos da categoria, constantemente ameaçados.
A entidade é formada por representantes do Conselho da Condição Feminina, Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias de Bauru, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Jornal O Trabalho, Subsede da CUT/Bauru, gabinete da vereadora Majô Jandreice (PC do B), gabinete do vereador Rodrigo Agostinho (PMDB), Apeoesp, Sinserm, PSTU, Adunesp, DA Di Cavalcanti (Faac/Unesp), Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Bauru, Pastoral da Terra e Associação dos Geógrafos do Brasil (AGB).