Entrelinhas

Entrelinha


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• Falha no transporte

A cúpula do Palácio das Cerejeiras está apreensiva em relação ao acidente que matou uma criança, depois que ela colocou a cabeça para o lado de fora do ônibus escolar que a transportava. A apuração inicial mostra que há falhas no sistema de transporte municipal dos alunos. A bancada da situação acredita que o assunto será explorado à exaustão pela oposição.

• Gasto proibido

O Tribunal de Contas do Estado despachou para o DAE decisão da auditoria sobre a contratação de dois operadores de computador na autarquia, em 2000. O processo foi considerado irregular em função da Lei de Responsabilidade Fiscal. Ou seja, embora tenha as contas em dia, o DAE não pode contratar porque a Prefeitura gasta além do limite previsto em lei com servidores.

• Fábrica de multa

A aplicação de multas continua sendo o melhor filão de arrecadação da Emdurb em Bauru. Os radares fixos são os vilões dos motoristas e o maior caça-níquel da Prefeitura. A Administração argumenta que o equipamento é educativo e que coloca apenas um por vez em funcionamento. Além de multar por amostragem, os radares não contam com a “sinceridade eletrônica” das lombadas.

• Educação no trânsito

Se a intenção é mesmo educar ou até mesmo coibir os infratores (o que seria muito louvável do ponto de vista social), por que não instalar somente lombadas eletrônicas? As estatísticas mostram que muito poucos motoristas abusam da velocidade com as lombadas, já que o equipamento permite que os usuários acompanhem a velocidade real no exato momento do flagra.

• Cancelada

A reunião do PFL agendada para a manhã de hoje foi cancelada e remarcada para o próximo dia 27. A informação é do presidente da executiva municipal do partido, Dudu Ranieri. Os pefelistas devem contar, neste encontro, com a participação do presidente estadual da legenda, Cláudio Lembo. Lideranças e militância amadurecem o lançamento de candidaturas a deputados.

• Polêmica 1

A sessão legislativa de segunda-feira deverá ser movimentada. O projeto de lei que cria o código de ética e decoro do vereador, de autoria de Rodrigo Agostinho (PMDB), está na pauta de discussão e votação. Há duas semanas, Leandro dos Santos Martins (PPS) pediu o adiamento da discussão. Agostinho tem esperança de que o processo seja aprovado sem restrições.

• Polêmica 2

Outra matéria que vai gerar polêmica entre as bancadas da situação e da oposição é a que limita o uso da tribuna livre da Câmara Municipal pelas entidades. Hoje, não há restrições de uso desde que o órgão preencha os requisitos para pedir o direito à palavra. O presidente da Casa, Walter Costa (PPS), quer limitar o uso da tribuna a uma vez por semestre por entidade. Ele acredita que haverá mais rotatividade no parlatório.

• Não educado

Há quem identifique na iniciativa uma forma elegante de tornar menos freqüente a presença de lideranças de alguns segmentos que, por terem mais organização e uma postura mais decidida quanto aos assuntos de seu interesse, acabam requerendo mais o direito ao espaço, que é uma instituição democrática.

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