Entrelinhas

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• Moça de visão

Depois dos balões personalizados distribuídos no Calçadão da Batista, em alusão ao Dia das Mães, a pré-candidata do PT à Assembléia Legislativa, Estela Almagro, atacou com telemensagens. Todos os médicos de um hospital de olhos da cidade foram agraciados com uma mensagem pelo Dia do Oftalmologista, comemorado no último dia 7. Moça de visão.

• Só na Amazônia

O vereador Paulo Madureira (PPB) não perdeu a chance de brincar com o vereador Rodrigo Agostinho (PMDB), que votou contra projeto de lei que liberou a Caixa Econômica Federal (CEF) para a construção de mais de mil unidades habitacionais em Bauru, mas sem a garantia de áreas verdes. “Quer área verde, vai morar na Amazônia”, tascou o pepebista.

• Sozinho

O vereador Rodrigo Agostinho brigou sozinho contra o relaxamento de exigências legais para a construção de moradias na cidade. Ele teme que a pressão do setor da construção civil gere prejuízos para a área de meio ambiente e infra-estrutura, já que caberá à Prefeitura abrir mão de normas previstas na legislação como área verde e institucional.

• Contra ponto

Por sua vez, a secretária de Planejamento, Maria Helena Rigitano, considera que a lei de arrendamento residencial aprovada anteontem não cria dificuldades para o controle racional de ocupação do solo. Ela adverte que as liberações estarão condicionadas, em geral, a pequenas glebas, em vazios urbanos onde já existem equipamentos públicos como escola e creche.

• Nas mãos

Para o Programa de Arrendamento Residencial (PAR), o poder sobre a exigência ou não de equipamentos ou áreas institucionais está a cargo da Seplan. Ou seja, caberá a Maria Helena Rigitano ser rigorosa e técnica nas aprovações de projetos. Uma tarefa nada fácil se lembrarmos que, neste setor, a briga é para a lei ser cumprida. Veja-se os núcleos até hoje sem equipamentos.

• Muro de Berlim

A bancada que abriga os profissionais da imprensa para cobertura das sessões legislativas foi transformada num verdadeiro Muro de Berlim, impondo dificuldades para o livre trânsito no interior do plenário. A diferença entre essa situação paralela é que o Muro de Berlim foi derrubado em nome da democracia e da liberdade.

• Tentativa

A ECCB voltou a acionar a Justiça Federal para tentar permanecer no sistema de transporte coletivo urbano. Para tanto, novamente foi movimentado o grêmio de funcionários da empresa. Eles alegam na Justiça que o acordo coletivo da ECCB é o melhor da categoria na cidade e que há incertezas sobre seu cumprimento pela empresa que venceu a licitação. A Prefeitura não vê futuro na ação.

• Reunião fatal

A comissão municipal que discute a crise na Cohab-Bauru se reúne amanhã, às 16 horas, no plenarinho da Câmara para o último encontro. A expectativa é para a apresentação de propostas para tornar viável a empresa. Nas últimas semanas, os funcionários e o sindicato da categoria disseram ter alternativas para recuperar e manter a Cohab. A situação continua tensa na empresa e os planos para os cortes anunciados estão em andamento.

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