• DÁ-LHE BRASIL
Esta manhã, o Brasil buscará a segunda vitória na Copa, ao mesmo tempo em que os chineses terão a difícil tarefa de se reabilitar do tropeço sofrido diante a Costa Rica na estréia. Com a vitória sobre a Turquia, o time brasileiro ganhou mais confiança, ficou mais entrosado, e agora está jogando de um modo mais sólido, mais compacto. Ronaldo, que para muitos não é mais o mesmo, fez gol e foi o melhor em campo depois de Rivaldo, que vinha sendo muito criticado. Nova vitória neste sábado deixará a Seleção Brasileira virtualmente classificada. Mas como sempre diz Luiz Felipe Scolari, é necessário respeitar todos os adversários. Roberto Carlos, outra estrela da equipe canarinha, surpreende, ao mostrar humildade. No entanto, e apesar do discurso cauteloso dos brasileiros, a realidade é que nossa Seleção é franca favorita, e tem a obrigação de vencer. Não é obrigada a golear - o que seria melhor, claro - mas não podemos admitir outro resultado que não seja os três pontos. Afinal, o futebol chinês é praticamente primitivo. No futebol feminino a China é uma das maiores potências mundiais, mas entre os homens, começou a ser praticamente no país asiático há sete ou oito anos. Se a Seleção Brasileira atuar com a atenção redobrada e não se afobar nas finalizações, poderá vencer por um placar elástico - embora não tenha obrigação de dar uma goleada, como já afirmamos. Confio no Brasil, que quinta-feira, contra a Costa Rica, vai carimbar o passaporte para as oitavas, e caminhar decididamente rumo ao penta.
• A VITÓRIA INGLESA
“Foi melhor que sexoâ€, afirmou o técnico em informática Ben Watson, das Ilhas Malvinas, ao ouvir o apito final do jogo Inglaterra 1 x Argentina 0. Já o diário esportivo argentino “Olé†lançou no ar um dúvida a respeito do pênalti sofrido por Michael Owen e que originou o gol da vitória inglesa. Para o jornal, a penalidade teria sido inexistente, e fez a pergunta carregada de rancor e ironia: “O atacante inglês se jogou na área? Pochettino o empurrou?â€. O pênalti foi legítimo. Quem viu o jogo pela TV não deve ter nenhuma dúvida. Mas o choro é livre. As duas principais estrelas da batalha de ontem eram o inglês Beckham e o argentino Verón, que defendem o Manchester United, mas Owen roubou a cena. Foi o melhor em campo. Quanto ao jogo, gostei. A Inglaterra foi melhor e acabou com a banca dos platinos, que ficaram em situação delicada. Acho que o English Team ganha da eliminada Nigéria e que a Suécia não perde para a Argentina.
• ANTIÉTICO
Antônio Carlos criticou a escalação de Roque Júnior como titular da Seleção Brasileira. Em entrevista à rádio Jovem Pan de São Paulo, o zagueiro, que está deixando a Roma para se transferir para o futebol turco, afirmou que Roque não vive um bom momento e não escondeu sua mágoa de nunca ter tido uma oportunidade de disputar uma Copa do Mundo. Eu não convocaria Roque Júnior para a Seleção, mas Antônio Carlos foi antiético. E justiça seja feita: Roque Júnior foi melhorzinho dos três zagueiros na partida contra a Turquia.
• BOCA DE SIRI
Se antes do jogo contra a Espanha Chilavert chamou Casillas de medíocre, após a derrota de ontem ele teve que reconhecer os méritos do colega espanhol. O goleiro paraguaio precisa emagrecer, jogar mais e falar menos. O peixe morre mesmo pela boca. Boca de siri como diz o carioca.
• NA JUSTIÇA
Uma Vara Cível do Rio de Janeiro julgou improcedente o pedido de indenização proposto pelo Vasco, contra a Globosat, que não transmitiu em 2001 o primeiro jogo do clube no Campeonato Brasileiro, contra o Gama, pelo sistema pay-per-view. Na sentença, o Juiz condenou o Vasco a pagar R$ 5 mil de custas do processo e honorários de advogado. Segundo o Vasco, a Globosat teria informado a seus assinantes que a partida não seria transmitida porque o clube carioca havia obtido uma liminar que impedia a exibição de seus jogos. O Vasco alegou que a informação era falsa, o que levou vários torcedores a protestar contra o clube.
• DE VOLTA
Um ex-técnico vitorioso pelo São Paulo está de volta ao clube. Trata-se de Cilinho, que será o novo coordenador técnico de futebol amador do Tricolor. Cilinho fez história quando o São Paulo foi o campeão da década de 80. Além de revelar nomes importantes como Muller, Silas e Sidney, o técnico conquistou dois Campeonatos Paulistas, em 1985 e 87. O time ficou conhecido como “Menudos do Morumbiâ€. Na mesma década o São Paulo foi também campeão paulista sob o comando de Carlos Alberto Silva e campeão brasileiro de 86, com Pepe.