Em cada parte do mundo, cada um de nós, sejamos africanos, brasileiros, indus, japoneses, afegãos, palestinos, judeus, negros, amarelos, vermelhos ou mulatos, basta que sejamos seres humanos, temos nossos problemas agravados pela recessão, pela insegurança gerada pelas despesas que aumentam incessantemente apesar de toda economia que fazemos, pelo desemprego ou mesmo por novas perspectivas nem sempre otimistas; daí crescer a importância da convivência fraterna entre todos os povos como verdadeiros irmãos.
As fronteiras, as guerras, o orgulho da raça, o egoísmo regional é a negativa da crença em Deus, é o culto ao materialismo; de nada adianta se erguer templos suntuosos se não vejo no meu próximo um irmão, o desencontro das religiões na busca da supremacia, a pedofilia aí estão para testarem os fatos atuais; pedidos de desculpas, não curarão essas agressões, pelo contrário, cheiram a cinismo.
Muitas guerras, discórdias, querelas, seriam evitadas se estendêssemos nossas mãos em gestos de fraternidade, esboçássemos um sorriso sincero, disséssemos palavras amigas que espante dos corações o pessimismo, a reserva, o desânimo. A isso chamamos de Fraternidade; mas, infelizmente temos olhado nosso próximo como competidor, inimigo presente, a quem temos que suplantar, vencer, tirar proveito, sem levar em consideração que a vida é uma via de duas mãos. A esse tipo de atitudes chamamos de Egoísmo. Acredito convictamente que, um dia a humanidade como um todo se dirigirá única e exclusivamente na busca de objetivos comuns, onde prevalecerá o bem comum, não o corporativismo, o individualismo, moedas, fronteiras, cor, raça que serão escrecências de um passado semi-selvagem. A esta forma de proceder chamamos de Respeito.
Isso será realidade no momento em que a humanidade aprender a agir como as crianças que, quando chamadas, se apresentam de olhar confiante, braços desarmados e gentil sorriso nos lábios; ou como a mulher que envolvida por seu amor maternal, acolhe em seu regaço a criança necessitada não interessando raça, cor ou religião.
Quando isso ocorrer, quando deixarmos de ser terroristas de nós mesmos, não teremos a necessidade de templos pois estaremos encarnando a realidade divina do amor ao próximo. Vamos começar a mudança? Basta amar ao próximo, tendo respeito por ele, tratando-o fraternalmente. Tente pois o amor é o melhor antídoto contra todos nossos males, inclusive o estresse e a depressão que tanto sofrimento trazem.
Meu amado irmão, é meu desejo que você receba aquilo que todos nós merecemos, a Felicidade, Deus não nos criou para que soframos, a felicidade só depende de nós, ela não se encontra na Paz profunda de nossos corações! (José Carlos Dias da Silva - RG. 2.252.100)