• Paulo César Abelha campeão em Piracicaba – O tenista do Bauru Tênis Clube Paulo César Abelha (Caju) acrescentou mais um título de campeão em seu currículo. A categoria 35 anos foi decidida entre ele e o também atleta do BTC Walter Gomide, o vice-campeão, vencido por 2 a 1, com parciais de 4/6, 6/3 e 10/7.
• Copa Davis: Brasil x Canadá – Pela repescagem da Copa Davis Brasil jogará contra o Canadá nos dias 20, 21 e 22 de setembro, no Rio de Janeiro, de acordo com a decisão da Confederação Brasileira de Tênis. Ao partidas serão disputadas em quadras de saibro e, pelo terceiro ano consecutivo, o local será o Marapendi Racket Center. No ano passado, o Brasil venceu a equipe da Eslovênia pela segunda rodada, depois os representantes do Marrocos. Como o Brasil perdeu para a a República Tcheca, para permanecer no Grupo Mundial, onde está desde 1997, o grupo de elite do tênis, precisa derrotar o Canadá. A equipe visitante não tem nenhum tenista de destaque entre os 200 primeiros do mundo, de acordo com a listagem da Associação dos Tenistas Profissionais.
• Treinos e mais treinos – Antigamente, para treinar um tenista, ele precisava ser alto e forte e, com alguém ao seu lado, era preciso aperfeiçoar o saque violento e bem colocado. Esse procedimento específico era considerado como o ponto de partida para uma carreira dentro desse esporte.
Essa atividade era complementada com um sólido jogo do fundo da quadra, sempre esperando que o adversário cometesse um erro. Se tivesse alguma habilidade no jogo de rede era sacar, subir à rede e definir o ponto. Com o tempo, essas características foram mudando e hoje, com apenas esses fundamento, ninguém consegue sobreviver em torneios, mesmo ganhando um ou outro esporadicamente.
Hoje, o treinamento começa pela observação de suas falhas o deficiências para aperfeiçoamento dos golpes, não resolvendo muito ficar ao seu lado em uma quadra aplaudindo os acertos. É indispensável que o técnico oriente a trocar bolas, voleios, smashs e afins.
Na famosa Academia Nick Bollettieri, na Flórida, o critério era o de saber o ponto forte do aluno e agora a primeira providência é conhecer o seu ponto fraco, o que vem ocorrendo em academias do mundo inteiro e entre os técnicos. Antes, era para fugir da esquerda; agora, é aprender a bater a bola na esquerda.
Um exemplo dessa mudança é tenista suíço Roger Federer, 20 anos, boa estatura, não tem saque forte, mas o seu jogo é em função da variedade de golpes. Quando ele tinha 4 anos ganhou uma raquete de seus pais que jogavam tênis; aos 14, saiu de casa e foi treinar em um centro da Confederação Suíça de Tênis. Ele já ganhou de Pete Sampras, de Lleyton Hewitt, de Ievgueni Kafelnikov e de Marat Safin.
• André Agassi – Aos 31 anos, ele está mudando um pouco seu estilo de jogo baseado em bom saque, boa resposta de saque e bom jogo de fundo. Ele perdeu em Roland Garros, mas tem se aproximado mais da rede para ganhar pontos.Com a idade avançando, esse tipo de tática de ficar no fundo rebatendo todas será facilmente superada pelos novos jogadores.