Auto Mercado

Editorial

Marcelo Ferrazoli
| Tempo de leitura: 1 min

O dia dos motociclistas, comemorado hoje em todo o País, é uma data apropriada para reflexão, principalmente para aqueles que fazem das motos uma verdadeira “arma” em suas mãos.

Antigamente, montar em uma motocicleta era hábito que freqüentemente seria associado à pessoas de índole duvidosa, capazes de cometer as mais diversas barbaridades pelas ruas, avenidas ou estradas nacionais.

Naquele tempo - principalmente ao longo da década de 60 - tal comportamento, insuflado pelos filmes hollywoodianos da época, foi suficiente para tornar os motociclistas personas non gratas em qualquer ambiente. Eram os selvagens das motocicletas, ou no jargão popular, simplesmente “motoqueiros”.

Mas o tempo parece ter sido o senhor da razão para aqueles que admiram as motos. Atualmente, ser chamado de “motoqueiro” é considerado ofensa grave para muitos que amam ou fazem das máquinas de duas rodas sua ferramenta de trabalho e sobrevivência.

Entretanto, mesmo com tal perfil mais maduro e consciente predominando em grande parte da categoria, ainda há aqueles que parecem fazer-se de surdos aos gritos de responsabilidade no trânsito.

Basta rodar um pouco pelas vias para identificar esses “motoqueiros”. Além de rodarem em velocidades muito acima das permitidas pela legislação, comportam-se irresponsavelmente no trânsito praticando manobras arriscadas e colocando em risco sua própria segurança e dos demais motoristas. Para piorar, quem se “atreve” a reclamar é obrigado a ouvir, não raro, uma série de impropérios ou envolver-se em discussões. Que a data de hoje para os que ainda agem assim os façam mudar suas atitudes.

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