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Dois senadores

O eleitor deve votar em dois senadores, independentemente de partido ou coligação. Para isso, basta apertar o número do candidato na tecla da urna eletrônica e, logo em seguida, confirmar a escolha. É fácil. A cédula mostra o nome e a foto dos candidatos.

Um senador

Quem quiser votar em apenas um senador deve escolher a tecla “branco” - ou seja, votar em branco para um dos senadores. Não se pode votar por legenda (partido ou coligação). É preciso indicar o número do candidato.

Pesquisas

Segundo as últimas pesquisas, o candidato do PFL ao Senado, Romeu Tuma, está à frente na corrida a uma das duas cadeiras. Ele tem pouco mais das intenções de voto 30% dos votos. Orestes Quércia (PMDB) e Aloizio Mercadante (PT) estão empatados em 25%. Os demais aparecem bem abaixo.

Majô candidata

Vale lembrar que uma das candidatas ao Senado, ainda que na suplência, é de Bauru. Trata-se da vereadora Maria Majô Jandreice (PC do B), que é a segunda opção depois do candidato titular de seu partido, o sindicalista Wagner Gomes.

Repercussão

As declarações do deputado federal João Herrmann (PPS) sobre o TSE, o ministro Nelson Jobim e as eleições de 2002 o transformaram no personagem polêmico dos últimos dois dias de campanha, em todo o País. A imprensa nacional repercutiu ontem as declarações, feitas também ao JC, na última sexta-feira, quando ele esteve em Bauru.

Repetidor

Ontem, o candidato ao PSB à Presidência da República, Anthony Garotinho, fez côro às declarações de Herrmann e pediu a Jobim que se licencie do cargo até o final do segundo turno, em 27 de outubro. O ministro não respondeu. Jobim deu oito ganhos de causa a José Serra em demandas com Ciro Gomes devido a agressões no horário eleitoral do rádio e da TV.

Defesa

Quem respondeu e saiu em defesa das eleições foi o presidente Fernando Henrique Cardoso, que aproveitou uma solenidade de entrega de prêmios a estudantes, ontem, no Palácio da Alvorada, para defender a lisura da eleição, posta em suspeita por Herrmann e outros membros da Frente Trabalhista.

Lisura

“As próximas eleições serão uma inequívoca demonstração do amadurecimento das nossas instituições. Será um processo com cerca de 115 milhões de eleitores, com total liberdade de palavra e organização e com a mais completa lisura nos procedimentos, algo que todos os brasileiros podem orgulhar-se”, afirmou o presidente.

Bate-boca

Enquanto isso, na disputa aqui no Estado, esquenta a briga entre o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e Paulo Maluf (PPB). Alckmin disse que só responde a Maluf “na polícia ou na Justiça”. Maluf, por sua vez, afirmou que o governador “é frouxo e fraco” no combate à criminalidade e garantiu que a Rota “vem quente” por aí.

Café com Política

Reafirmamos aos candidatos de Bauru que ainda não atenderam ao chamado do JC para fazer a entrevista do Café com Política ou não foram encontrados até agora para que façam contato entre hoje e quarta-feira com a editoria de política. Quem não o fizer, não terá a meia página que é reservada a cada um.

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