A ação civil pública proposta pela Promotoria de Justiça da Cidadania pede a perda da função pública do servidor Luiz Renato Joel e a proibição das três empresas envolvidas em contratar com o Poder Público, receber benefícios, incentivos fiscais e de crédito por dez anos.
O promotor Fernando Masseli Helene afirma que Joel deve ser responsabilizado pelas condutas praticadas como diretor administrativo da Câmara Municipal e “pessoa que comandou todo o certame licitanteâ€.
O mesmo deve acontecer com o proprietário da Hobby, Carlos Siguero Kobayashi, beneficiário de toda a situação. A punição também deve atingir as outras duas empresas, que apresentaram propostas superfaturadas para “legalizar†a oferta vencedora do certame.
Para o promotor, os envolvidos concorreram diretamente para a prática dos atos. “Sem as suas participações, os atos não teriam se consumado como foram.â€
Ele reforça que eles não agiram, no exercício de suas atividades, “norteados pelos princípios administrativos, causando danos à moralidade administrativa, que devem ser indenizadosâ€.