Audi, BMW, Chevrolet, Chrysler, Citroën, Ferrari, Fiat, Ford, Honda, Hyundai, Jaguar, Kia, Land Rover, Mercedes-Benz, Mitsubishi, Nissan, Peugeot, Porsche, Renault, Seat, Subaru, Toyota, Volkswagen e Volvo.
Depois de dois anos de espera, eis que chega novamente a hora de reunir todas essas montadoras juntas em mais uma edição, a 22ª, do Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo.
Considerada a maior feira do gênero da América Latina, o salão 2.002 promete, a exemplo dos outros anos, muitas novidades. Isso porque nunca tantos modelos foram lançados, em um único ano, no exterior e no Brasil. Somente por essa razão o evento já teria atrativos suficientes.
Entretanto, em meio aos lançamentos que estacionam no mercado, as montadoras continuam a lutar para melhoras seus desempenhos nas vendas. Este ano também ficará marcado por ser um dos piores das últimas décadas para as fábricas.
Exemplos não faltam. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea divulgou recentemente a comercialização das montadoras no atacado, totalizando automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, em setembro.
Foram 128.136 veículos, 0,34% a menos que as 128.575 unidades registradas no mês de agosto. A liderança coube a Volkswagen com 26% de participação, seguida pela Fiat, com 25% e pela GM, com 22,8%.
É por essas e outras que o Salão do Automóvel realizado em terras paulistas costuma ser definido como um “termômetro” de tendências e perspectivas da economia brasileira. Tomara que esta acompanhe e se inspire no número de novidades apresentadas este ano para crescer no mesmo ritmo.