No presente assunto sobre as eleições (levadas ao segundo turno), envolvendo alguns cargos de governadores - tal como assim ocorreu com o nosso Estado de São Paulo - e por oportunidade legal a eleição da presidência nacional, segundo as circunstâncias legais. Particularmente estamos certos de que (do instante em que nos dispusemos a desenvolver o presente assunto), feneceu e haverá ocorrido muita calma e demonstração da cultura nacional envolvida na demonstração da cidadania democrática exercida no País. Estamos promovendo no País excelente exemplo de maturação público/cívica, que finalmente (e ao ensejo), grassou sobre nossos técnicos e profissionais do País.
Certamente, com proveito do envolvimento técnico/científico, quando produziu-se a experiência em busca da ferramenta eletrônica, capaz de reduzir o tempo, o cansaço exigido e os gastos para cada voto, recolhido eletronicamente na urna, seguido da velocidade de apuração coletiva e totalizada numericamente. Na verdade, também os nossos técnicos e profissionais estão capacitados, tanto quanto a informática atual exige; fazendo (segundo a expressão caipira), das tripas o coração, para 115 milhões de eleitores.
Pois é assim que, se por um lado encontramos técnicas perfeitas para reduzir a velocidade ocupacional, bem como o custo de ações capazes de realizar as eleições do País, este que já se jacta de entregar (pela segunda vez), a oportunidade responsável de dirigir os mandos administrativos do país, seja para Presidente, Senadores e Deputados Federais, Governadores de Estado e Deputados estaduais.
Do nosso ponto de vista, porém, (apesar dos pesares), ainda fazemos questão, tal como a maioria de idosos, cegos, paraplégicos e outros, de cumprir a obrigação cívica. Assim, entendemos que vale a pena o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), repensar o assunto que emerge da responsabilidade pública, envolvendo farto gasto público, tomamos a liberdade de sugerir (com todo respeito), o que segue.
1.º) Vivendo num País democrático e - que acaba de dar mostra -, por que razão nós brasileiros somos obrigados a votar nas eleições governamentais, (qualquer que seja o lugar nos encontremos? Por que não proceder (tal como na democracia dos EUA), sob livre arbítrio cristão, embora ocorra pouquíssima ausência de votos? Vamos mexer na Constituição?
2.º) Por outro lado, alguém já terá pensado na enxurrada de dinheiro público gasto e pago pela sociedade? Não somente à movimentação dos eleitores, mas as despesas de informações e custos elevados, propagandas escritas estampadas e fotografadas, sem falar da propaganda televisiva (a custo zero para os candidatos), o governo gasta e a sociedade paga.
3.º) E as possibilidades dos números de votos de (na maioria das avaliações alcançadas), visando obter as comparações das quantidade de votos para cada candidato? E o que geralmente acontece (tal como também ocorreu no primeiro turno da última eleição), obrigando realizar o segundo turno? Mais gastos públicos, mais custos para a sociedade.
4.º) Por fim, no caso de ocorrer empate absoluto na eleição (tal como os dois exemplos que acabam de ocorrer na presente eleição, obriga um segundo ou terceiro turno...), considere-se eleito o candidato mais idoso, desde que seja por força de Lei. Fico por aqui... (O autor, José Almodova é professor/ mestre em Projeto, Arte e Sociedade pela Unesp/Bauru. É jornalista e colaborador do JC. Escreva às quintas-feiras na coluna. E-mail:almodova@ig,com.br)