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Colapso na América do Sul


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Foi-se o tempo de crescimento econômico na região, a maioria dos Estados Nacionais está com suas economias na UTI, parece ser uma onda no continente. A crise argentina elevou o nível de pobreza, os índices passaram a aproximar-se dos brasileiros. O PIB do Uruguai encolhe 9,4% até setembro. Na Colômbia não vislumbra-se possibilidade de apaziguar conflito interno, inviabiliza crescimento da economia mantendo o povo em grande parte na miséria; Na Venezuela a crise entre os pró e os contra Chaves conduz a nação ao “Colapso Total”, greve da empresa petrolífera restringe e cessa a produção da fonte de riqueza do Estado; o povo padece. A década passada foi perdida em termos de crescimento regional.

O Brasil não alavancou a região pois também está estagnado, falta planejamento estratégico, impõe-se reformas institucionais, contudo convive-se com a inação em implementar propostas, a boa-intenção é barrada no estrangular político, desta forma é impreterível a Reforma Política, primeiro passo no concerto da podridão do sistema. “A utopia do possível” num contexto letárgico e pausado é restrita, potencializar Reformas maximizando a utopia operar-se-à virtuosamente com reformas gerais nas instituições, de forma simultânea. A Política, s da Previdência, a Tributária, a Judiciária, a Educacional-Cultural na emergência dos Governos Regionais. O quadro social-econômico-político-institucional-... na América do Sul não vislumbra otimismo no curto prazo. Fazer o quê?

Todos os Estados na individualidade não detêm força para engatar rítmico contínuo de crescimento: o agrupamento positivo dos interesses comuns deve ser agregado e partilhado na tentativa de potencializá-los à mais virtuosidade, a parte demencial em todos os Estados devem ser coletiva e solidariamente solvidas pelos Estados em comum acordo. A criação de órgãos supranacionais na região passa a ser indispensável. A utopia do possível depois deste degrau construído é sonhar com o apoio norte-americano à região nos moldes de cooperação em que a União Européia dispensa a seus integrantes, um sistema cooperativo. (O autor, Fernando Marrey Ferreira, é advogado em Direito Internacional. E-mail fmarrey@ajato.com.br)

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