Bairros

Moradores do loteamento não se sentem representados, diz Previdello

Gabriel Garcia
| Tempo de leitura: 1 min

Para Adhemar Previdello, integrante da Vale do Igapó Empreendimentos, a “maioria” dos cerca de 450 moradores fixos do loteamento não se sente representada pela Associação dos Moradores e Amigos do Vale do Igapó (Amavi). Um exemplo seria a mudança no sistema de coleta de lixo, pedido pela associação à Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb), que gerou reclamações.

Atualmente, o lixo está sendo depositado pelos moradores em três contêineres, e recolhido às segundas-feiras e sextas-feiras. “Ficou resolvido que até que tenha uma produção maior de lixo, será feita uma modificação na coleta”, diz Roberto Bil Alves Barbosa, diretor administrativo da Emdurb. E completa: “Enquanto não tiver asfalto e tudo mais, não tem como o caminhão entrar”.

Previdello discorda da afirmação: “95% das ruas do Vale do Igapó são absolutamente transitáveis”. O filho dele, Rubens Previdello, afirma que a empresa sempre esteve à disposição da Emdurb para solucionar o que fosse preciso. “Precisaríamos ir lá com a Emdurb, ver que ruas são essas e qual o percentual de ruas em que o caminhão não poderia passar, para que justificasse interromper todo o serviço”, diz Rubens.

De acordo com Adhemar Previdello, há um abaixo-assinado no bairro de moradores descontentes com a mudança na coleta de lixo. Para Bil, a resposta é simples: a Emdurb resolve as questões pendentes de cada bairro em contato com a associação de moradores do local, no caso, a Amavi.

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