Querido dom Luiz Antonio Guedes; caros irmãos no Presbitério; queridas religiosas, leigos e leigas da Diocese de Bauru:
23 de dezembro de 2001! Um acontecimento memorável, um dia muito feliz para a Diocese de Bauru quando, após um período de 16 meses de vacância, teve a imensa alegria de receber, como presente de Natal, o seu pastor – dom Luiz Antonio Guedes.
23 de dezembro de 2002: celebramos o primeiro aniversário de sua posse como bispo de Bauru. Posse não apenas de uma dignidade, mas assunção de um ministério, de um serviço em favor desta porção da Igreja que é o Povo de Deus inserido na Igreja Particular de Bauru.
E quanto trabalho realizado! Na qualidade de vigário geral e coordenador do Conselho de Presbíteros da Diocese, espero não ferir a modéstia e a simplicidade, que caracterizam seu pastoreio, se afirmar, parafraseando o apóstolo: “Em pouco tempo, dom Luiz Antonio percorreu uma longa carreiraâ€.
Todos nós, presbíteros, lideranças diocesanas de pastorais, movimentos e associações, conselhos paroquiais... aqui estamos para atestar a dedicação, o trabalho incansável de dom Luiz Antonio, percorrendo as paróquias, promovendo, presidindo ou participando de reuniões, mantendo contatos, ajudando aqui, socorrendo e solucionando dificuldades ali... Com amor, com fraterna caridade, procurando o bem de todos, com o objetivo de servir da melhor forma possível àqueles que o Pai lhe confiou.
Sim, querido senhor bispo. Ao saudá-lo e parabenizá-lo sentimos o dever de, com alegria, sinceridade e justiça, louvar e agradecer aquilo que todos nós constatamos na sua atuação episcopal: uma verdadeira e sábia “ação evangelizadora e pastoral como serviço e obediência ao Espíritoâ€. Que a luz desse divino Espírito continue conduzindo sua missão em favor do Reino de Cristo!
Estamos às vésperas da celebração dos 2002 anos do nascimento de Jesus. Que o Natal seja, realmente, para todos nós, diocesanos de Bauru, a festa da bondade de Deus. Sim, tendo em mente a proclamação Angélica: Glória a Deus e Paz aos homens. O Natal não é um apelo à boa vontade dos homens, mas o anúncio da boa vontade, da bondade de Deus para com os homens.
Que possamos, pois, nos preparar para o Natal louvando e intercedendo com as palavras que Deus mesmo nos deu por meio dos Anjos: é o acontecimento que se faz presente; é a história que se torna liturgia: Paz aos homens que Deus ama!
Nesta oportunidade propícia, renovando nossa saudação, queremos desejar ao nosso pastor um feliz Natal! Que as alegrias natalinas sejam o prenúncio de muitas outras que virão como bênçãos no Novo Ano de 2003! (Mons. Enedir Gonçalves Moreira - Vigário Geral da Diocese de Bauru)