Polícia

Polícia investiga suposto estelionato

Thaís da Silveira
| Tempo de leitura: 1 min

O balconista Héber Júnior Ferreira, 19 anos, morador do bairro Pousada da Esperança 1, registrou na última terça-feira um boletim de ocorrência por um suposto estelionato. Ele adquiriu um processador de água e recebeu um aparelho usado. Além disso, teve seu nome enviado ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

O acusado de aplicar o golpe é Raimundo Braga, morador do Núcleo Mary Dota. Ele e um sócio conhecido apenas pelo nome Jaime teria convidado Ferreira a participar de sociedade em uma empresa. A condição seria comprar um processador de água que custa R$ 330,00.

A vítima aceitou a proposta e comprometeu-se a pagar duplicatas referentes ao processador. Na data marcada para receber o produto, Raimundo teria entregue um aparelho usado.

O processador de água não foi trocado por um novo, as duplicatas foram colocadas em protesto e o nome de Ferreira foi enviado ao SPC.

Posteriormente, o balconista descobriu que a empresa não existe e que as notas emitidas por Raimundo são frias.

A ocorrência foi registrada no 2.º Distrito Policial como estelionato e o caso será investigado pela polícia.

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Elaine Pereira da Silva, 28 anos, que está desempregada, conta que também foi enganada por Raimundo. Ela afirma que ele veio de São José do Rio Preto para montar uma equipe de vendedores de processadores de água.

O acusado teria publicado anúncio em jornal de emprego para vendedores com salário de R$ 1.500,00 semanais. Raimundo teria contratado oito pessoas, que trabalharam durante três meses sem receber nada.

“Ele falou que tinha que esperar os cheques pré-datados caírem para pagar os funcionários. Depois, descobrimos que ele e o Jaime limpavam processadores usados para vender”, lamenta Elaine.

Segundo a ex-vendedora, os aparelhos novos são comprados na fábrica por R$ 100,00.

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