O século 21 precisa ser fundamentado em discussões e ações visando a inovação de tecnologias a serviço da sociedade, inclusão de países emergentes no rol de desenvolvimento mundial ou de uma integração igualitária de todas as nações em prol de uma globalização justa e humana.
Infelizmente estamos na iminência de uma nova guerra, com a ameaça norte-americana de invasão ao Iraque, sem comprovação de fatos que justifiquem uma intervenção bélica na região. Isto é inadmissível nos dias atuais, em que a moderna ferramenta utilizada para a solução de pontos controversos entre nações é a diplomacia, oriunda da evolução da política internacional e fundamentada em instrumentos legalmente constituídos, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
O império americano quer impor a ferro e fogo seu domínio sobre o mundo. O governo Bush dá continuidade à política agressiva desenvolvida pelos Estados Unidos desde a Primeira Guerra Mundial. É o grande expoente do neocolonialismo, explorando a África, Ásia e América. Na verdade, pode ser considerado atualmente como o grande representante do mal.
O principal movente da atitude belicista assumida pelo governo Bush é apoderar-se dos poços de petróleo iraquianos, matando para isso milhares de homens, mulheres e crianças inocentes.
Felizmente o mundo está acordando para a paz. A Europa toda está se levantando em protestos e a América também deve fazer o mesmo. Não podemos aceitar que a maior potência armada do planeta, os Estados Unidos, usem a guerra para movimentar a economia das empresas que produzem armas pesadas. Se eles querem movimentar a economia do país, então dêem condições para os demais setores da indústria.
O Brasil é exemplo de tolerância na convivência entre credos e raças. Por isso devemos exigir punição dos responsáveis por quaisquer atos terroristas. Não podemos culpar uma nação, nem penalizar a população civil. Desta maneira esperamos que tal ameaça de invasão não se consume e que sejam encontradas saídas pacíficas para garantir um futuro de paz e compreensão para toda humanidade. (O autor, Pedro Tobias, é deputado estadual pelo PSDB)