Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
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• Dificuldade

Um servidor da Consultoria Jurídica da Câmara Municipal não conseguiu notificar o representante da empresa fornecedora do feijão à prefeitura, cujo contrato é objeto de investigação por parte de Comissão Processante (CP) da Casa. Foram feitas duas tentativas sem sucesso. A CP pede as notas fiscais de entrada do produto. A negativa será registrada no Diário Oficial do Município.

• Prazo final

Vence hoje, às 18h, o prazo dado pela CP do Feijão para que a prefeitura encaminhe toda a documentação de compra do produto. O prefeito Nilson Costa (PTB) vai pedir uma esticada no prazo para providenciar a papelada com mais calma. A CP marcou reunião para a próxima segunda, com ou sem documentação.

• Cortesia

O prefeito Nilson Costa (PTB) aproveitou a viagem a São Paulo na última terça-feira para fazer uma visita de cortesia ao deputado estadual Campos Machado (PTB). Nilson pediu apoio a Machado nas reivindicações dos prefeitos paulistas, cujos municípios encontram-se em situação precária. O mesmo pedido de apoio também foi encaminhado ao deputado tucano Pedro Tobias.

• Trombada

A relação entre os vereadores Toninho Garmes (PSDB) e Milton Dota Jr. (PTB) está visivelmente desgastada. Os dois, que recentemente andaram se estranhando nos corredores da Câmara, devem prolongar o desgaste após as alfinetadas de Dota Jr. na edição de hoje do JC. O petebista acusa o tucano de plagiar portarias da Mesa Diretora e inclui-las em projeto de resolução.

• Nova direção

O PTB de Bauru está dependendo apenas de uma reunião para compor a nova Comissão Provisória. As articulações indicam que o vereador José Lelo Rodrigues deve voltar a ser o presidente da legenda. A nova provisória também terá Dota Jr., Paulo Agustinho, prefeito Nilson Costa, Ricardo Oliveira, Rogério Medina, Osvaldo Sbeghen e outros.

• Consciência

Muitos vereadores precisam ter mais consciência da importância de suas funções antes de propor projetos de lei sem embasamento técnico e criterioso em relação a seus limites. O parlamentar até tem direito de atuar na base do assistencialismo, se quiser. Mas não pode transformar o papel de legislar em cartório ou em pirotecnia para parecer bonzinho com determinados segmentos da comunidade.

• Demagogia

O formador de opinião sabe que o vereador tem restrição para legislar sobre matéria que reduza receita, entre outras. Além disso, no mínimo a proposta deveria indicar a reposição da perda na máquina pública ou ser encaminhada ao Poder Executivo na forma de uma indicação. O que não pode é para fazer demagogia com o mandato à medida em que se aproxima o ano eleitoral.

• Povo de olho

A população está de olho neste tipo de comportamento e em outros que não levam em conta seus reais interesses e necessidades. É por isso que se prevê que a renovação pode ser grande no Legislativo de Bauru em 2004. A média de mudança é de 50%, mas desta vez pode subir, dependendo do que se fizer daqui para frente.

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