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Notas

Marcelo Ferrazoli
| Tempo de leitura: 2 min

• Audi RS6 A Audi começa a comercializar no País, no fim deste mês, nas versões sedã e avant, o RS6. Produzido em pequena escala - de 30 a 40 unidades deverão ser vendidas no Brasil -, ele é o primeiro modelo de série do mundo a vir equipado com um motor V8 biturbo.

• Desempenho O motor chega ao RS6 desenvolvendo 450 cv de potência, o que significa aceleração de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos e velocidade máxima, limitada eletronicamente, de 250 km/h. E o RS6 leva menos de 18 segundos para chegar a 200 km/h, tempo semelhante ao que um modelo de mil cilindradas leva para alcançar 80 km/h.

• Aparência As diferenças chegam até a aparência do novo V8, que recebeu uma cobertura de fibra de carbono, material também presente na capa do filtro de ar. E, para melhor distribuição de peso, a bateria foi deslocada do compartimento do motor para junto do estepe.

• Suspensão

A outra grande novidade do RS6 é seu sistema de suspensão DRC (Dynamic Ride Control), que mantém o carro nivelado ao solo. Dessa forma, numa curva forte, quando se manifesta a tendência de o carro “baixar” de um dos lados, a barra imediatamente entra em ação nivelando o outro lado também, o que garante maior estabilidade.

• Veículos elétricos

A DaimlerChrysler atingiu a marca de 10 mil veículos elétricos vendidos na Califórnia, Estados Unidos. Segundo um recente estudo, o veículo, de emissão zero, é utilizado por seus proprietários como um meio de locomoção de curta distância, como por exemplo em condomínios fechados.

• Recarga

O veículo elétrico, conhecido como GEM (Global Electric Motorcar), Veículo Elétrico Global, é produzido pela Global Electric Motorcars, em Fargo, desde 1998. Econômico, ele é facilmente carregado ligando-o a uma tomada residencial de 110 volts, reduzindo as emissões e o consumo de gasolina. Desde que passou a ser produzido, cerca de 18 mil destes veículos estão em operação nos Estados Unidos.

• Cintos reprovados

Ensaios realizados pela Faculdade de Engenharia da Universidade de Campinas (Unicamp) constataram que os cintos de segurança infantis à venda não cumprem o seu papel: manter firme a criança no assento em caso de colisão.

• Representação

O resultado levou o coordenador do estudo, o engenheiro e professor titular da Unicamp Celso Arruda, a entrar com uma representação no Ministério Público questionando a eficiência dos produtos e solicitando às empresas enquadradas que apontem os engenheiros responsáveis pelos projetos.

• Reprovação geral

Todas as marcas testadas nos laboratórios da General Motors, em São Paulo, foram reprovadas. O professor não revelou as marcas testadas, mas é enfático: “Desconheço alguma que cumpra corretamente seu papel.”

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