Engatinhando na nova cultura, a Pare pensa em equilibrar o mercado. “Por falta de experiência, todos os produtores plantaram quase na mesma época e estão colhendo juntos. Porém, nos três meses seguintes vamos ter uma safra pequena.â€
Para que não haja uma supersafra ou uma entressafra de pimentões, a associação quer discutir o assunto com os associados. “Ainda estamos começando o trabalho. Fundamos o Pare em junho deste ano.â€
Tanto a supersafra quanto a entressafra não são vantajosas para os produtores, admite a agrônoma. “Se houver uma demanda muito grande de produto, o preço pode cair. Por outro lado, se não tivermos como manter nossos compradores abastecidos, podemos perder espaço.â€
Outro assunto a ser debatido com os 36 associados é a rotação de culturas. “Temos que pensar na rotação de culturas. O pepino, por exemplo, começa a produzir em 30 dias e pode ser cultivado em estufas.â€
Como toda cultura, o pimentão também tem seus problemas. O nematóide, uma praga que ataca a raiz, é o obstáculo que o produtor encontra. Se não for combatido, o nematóide pode matar a plantação. “O combate é feito com produtos químicos.â€
A adubação dos pés de pimentões é realizada com água que abastece a plantação.
Serviço
Produtores Associados de Reginópolis e Região (Pare) - rua Abrahão Ramos 265, telefone: (14) 3589-7171.