• Movimento
Este sábado vai ser bastante movimentado em Bauru. A Assembléia Legislativa de São Paulo promove na ITE o Fórum Desenvolvimento Econômico Sustentado. O presidente da assembléia, Sidney Beraldo (PSDB), já confirmou presença no evento, ao lado do deputado estadual Pedro Tobias (PSDB).
• Redução
Rubens de Souza assume a presidência da Cohab anunciando que vai pedir ao conselho de acionistas que agrupe diretorias, sendo administrativa com financeira e técnica com habitacional. A medida reduziria ainda mais as despesas com cargos que não têm função, porque a Cohab não constrói casas há anos.
• Aplicação
O ex-presidente, Rubens Spíndola, também falou em estrutura caríssima na companhia. Mas assumiu nomeando quatro diretores e ainda recepcionou gente de outros grupos políticos, como Pedro Valentim, César Ferreira e Celso Chermont, que ganhariam cargos, plano adiado devido à volta de Nilson.
• Humorado
O prefeito Nilson Costa (PTB) brincou com a chegada de três integrantes do PPS à Cohab. “Saiu o Rubinho e entrou o Rubão”, disse, referindo-se a Spíndola e Souza. O PPS reivindicou sua cota de participação no governo e agora os acionistas da companhia deram o comando da própria empresa para o partido.
• Sem dividida
O presidente da Funprev, Varlino Mariano de Souza, não concorda que a Secretaria de Finanças execute a dedução de valores do repasse mensal que deve ser feito à fundação. Varlino acha que a gestão das verbas da Funprev deve ser feita pela fundação. Se a prefeitura tem crédito, que emita documento próprio para empenho pela fundação.
• Conselho
Já o presidente do Conselho Curador, Vanderlei Tomiati, é mais direto. “Não condiz com a verdade que a Secretaria de Finanças propôs a compensação da valores”, escreve. Ele garante que a proposta não foi formalizada e adianta que ela não seria aceita. Ou seja, o repasse tem que ser efetuado pelo valor global definido em lei. Compensação é outra história.
• Embate
A exoneração do consultor jurídico da Câmara, Henrique Crivelli Alvarez, continua rendendo discussões entre as bancadas da situação e oposição. Hoje, um grupo de vereadores vai se reunir para discutir a proposta de um projeto de lei, que visa obrigar que as nomeações da presidência do Legislativo passem pelo crivo do plenário.
• Lei de 1992
“O que se estranha em tudo isso é que a lei que dá ao presidente a prerrogativa de livre nomeação data de 1992, portanto, foi aprovada há 11 anos”, diz o presidente da Casa, Renato Purini (PMDB), que afirma não ter nenhuma objeção pelas indicações passarem pelo plenário. Mas estranha que somente agora alguns vereadores queiram participar das nomeações da presidência.
• Mal-estar
Uma coisa é certa. A reação da oposição gera um desconforto para quem não tem nada a ver com a história - o novo consultor, Conrado Segalla. O grupo que não concordou com a troca de Crivelli deveria, ao menos, deixar claro se há ou não óbice em relação ao novo consultor. A crise também incomoda outro setor: o resto da cidade...