Uma mudança de mentalidade movimenta o mercado de trabalho, exigindo do profissional disponibilidade para o aprendizado em níveis de titulação. Hoje, somente a graduação já não é suficiente para preservar as funções, e a reciclagem profissional torna-se obrigatória.
Colocar no mercado de trabalho um profissional altamente qualificado e com uma sólida postura humana tem sido desafio para qualquer instituição de ensino. O compromisso de preparar esse profissional, proporcionando condições para que ele possa enfrentar as dificuldades do universo empresarial, estar mais seguro em seu papel profissional e consciente de seu papel social tem tido destaque dentre os ensinamentos básicos de escolas profissionalizantes, de nível superior ou de pós-graduação.
O perfil do trabalhador passou a exigir novas habilidades, até então, relegadas a segundo plano ou mesmo negadas nas relações de trabalho anteriores: a necessidade de lidar com as tecnologias de informação e de comunicação (presentes nos novos equipamentos e instrumentos) que exigem o domínio de códigos abstratos e de novas linguagens. Outras competências, como raciocínio lógico-abstrato, habilidades sócio-comunicativas, responsabilidade, disposição para correr riscos e espírito de liderança passaram a ser fundamentais. A destreza em outras línguas, como o inglês, e linguagens, como informática, estão se tornando pré-requisito para o ingresso e manutenção em um mercado de trabalho estruturado.
Por trás da mudança de mentalidade, reside uma série de inovações tecnológicas (microcomputadores, redes locais e amplas, softwares empresarias, Internet) colocando a tecnologia da informação sustentando operações de empresas, unindo elos distantes, ligando cada vez mais, empresas a clientes.
Hoje, um dólar ou um euro dificilmente trocam de mãos sem a ajuda de sistemas de informática. As funções básicas da tecnologia da informação: armazenamento, processamento e transporte de dados estão disponíveis a todos.
Foi por essa razão que o funcionário de uma usina em Lençóis Paulista, José Wanderley Gonçalves, iniciou o curso de administração com gestão de informática.
“Trabalho lá há 11 anos e comecei a observar que, todas as promoções eram dadas às pessoas com nível superior, mestrado ou doutorado. Esse primeiro ano, mesmo viajando para Pederneiras, onde estudo, passou tão rápido que comento com meus amigos: daqui a dois anos prosseguirei os estudos e partirei para um mestrado.” Gonçalves comenta que, no mês de julho, chegou a sentir saudades da faculdade, e os conhecimentos adquiridos já puderam ser aplicados, propiciando maior desenvoltura na participação de reuniões, na elaboração de relatórios e, principalmente no entendimento do setor organizacional da empresa.
“Além dos ensinamentos de administração, de informática, o aprendizado tem me dado uma nova visão de mundo”, salienta.
Para ele, a falta de atualização pode causar o desemprego e em contrapartida a reciclagem pode promover maior segurança no trabalho. “É inegável a presença da informática na atuação profissional de todos os setores, e acho que a falta de atualização pode fatalmente gerar a exclusão do mercado de trabalho”.
Outra opinião que reforça a necessidade de aprendizado contínuo e permanente é a de Sidnei Bergamaschi - diretor acadêmico da Faculdade Gennari & Peartree (FGP), gerente de marketing da maior fabricante de produtos de papelaria da América Latina, e, em fase final de doutorado na área de administração com métodos quantitativos de informática.
Aos 35 anos, Bergamaschi não pretende parar por aí, apesar das duas excelentes colocações no mercado e uma titulação extensa.
“A especialização realmente tem sido um diferencial de carreira. Nos processos de seleção os itens mais valorizados atualmente são: as especializações, fluência em outras línguas, vivência no Exterior. Mas, independente do mercado, acho que buscar conhecimento é algo fantástico, não ocupa espaço: a educação continuada abre fronteiras, novos universos. É o prazer pela novidade, tanto que conheço algumas pessoas que apesar de próximas da aposentadoria estão iniciando cursos de filosofia e alemão”, conta.
Disposição de “aprender a aprender” em temporalidade contínua, ao longo da vida, também passou a fazer parte do portfólio mínimo para a formação profissional.
Para os interessados no aprendizado específico da área de tecnologia da informação, a FGP gerou um projeto de capacitação profissional, que estabelece parcerias com empresas de médio e grande porte da região Centro-Oeste paulista. Além disso, oferece uma política de mensalidades que privilegia os melhores alunos, com descontos nas mensalidades, facilitando a possibilidade de aprendizagem contínua nesses tempos de turbulência econômica.
• Serviço
No dia 25 de janeiro a faculdade promove um processo seletivo, para os cursos de administração com gestão de informática e sistemas de informação. Para outras informações acesse o site www.fgp.com.br.