Apesar do avanço orçamentário nos últimos anos, a autarquia enfrenta dificuldades em recompor sua estrutura de manutenção e de suporte técnico. De outro lado, a necessária reforma da Estação de Tratamento de Água (ETA) continua gradual e lenta.
O DAE justifica que seriam necessários R$ 7 milhões para a reforma completa da ETA, que responde por 46% do abastecimento da cidade. Para 2004, estão reservados R$ 500 mil. “Continuamos fazendo de acordo com o caixa. Atacamos os vazamentos da ETA em 2003 e trocamos os filtros”, comenta a presidência.
Em outro setor, a estrutura de suporte em áreas como religação e corte está aquém da demanda. Tal realidade preocupa a ponto do DAE estar avaliando terceirizar serviços.
Para 2004, o órgão pretende perfurar dois poços tubulares, nas regiões da Vargem Limpa e Primavera II. Dois reservatórios devem ser construídos, sendo na Vila Industrial e Núcleo Geisel.
Segundo o plano de obras, as perfurações estão orçadas em R$ 1,2 milhão. Os reservatórios devem consumir R$ 830 mil.
Um poço está em fase de perfuração na área da Vila Nova Esperança, ao valor de R$ 290 mil. A autarquia entregou um reservatório enterrado no setor Nove de Julho em 2003.
Para 2004, o plano de investimentos ainda inclui R$ 300 mil para pagar a desapropriação de uma área destinada à construção da futura Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). Mas esta só virá se for viabilizado financiamento. O tratamento de esgoto precisará de perto de R$ 57 milhões.