Leonardo de Brito

Em Confiança

Leonardo de Brito
| Tempo de leitura: 4 min

QUASE LA

O empate coloca o Brasil nos Jogos Olímpicos deste ano, mas a equipe de Ricardo Gomes quer se despedir hoje do Torneio Pré-Olímpico, ganhando do Paraguai. Os brasileiros entrarão em campo motivados pela boa vitória de 3 a 1 sobre o Chile, enquanto os paraguaios esperam se recuperar da derrota de 2 a 1 para a Argentina. Maicon e Rochemback não jogam, mas Elano e Paulo Almeida estão de volta. As duas equipes já se enfrentaram na primeira fase da competição e a nossa Seleção Sub-23 venceu por 3 a 0. A equipe brasileira chegou a três pontos, empatando com o Paraguai, mas leva vantagem no saldo de gols (o Brasil tem um e o Paraguai tem zero). A Argentina, que na preliminar de sexta-feira venceu o Paraguai por 2 a 1, chegou a seis pontos e já está garantida em Atenas. Hoje enfrenta o Chile, já desclassificado sem nenhum ponto.

DEU MARÍLIA

Em cima do Palmeiras, o Marília conquistou sua primeira vitória dentro do Campeonato Paulista. E de virada é mais gostoso. “Estamos olhando e os caras estão jogando”. Essa frase, dita pelo palmeirense Baiano, resumiu o que foi o jogo de ontem em Presidente Prudente. De um lado, o Marília marcou forte e atacou em velocidade. Do outro, o Palmeiras mostrou pouca criatividade e errou passes em demasia.

ATRÁS DA VITÓRIA

Depois de empatar com a Ponte Preta na estréia, o São Paulo enfrenta a Portuguesa Canindé, atrás de sua primeira vitória no Campeonato Paulista. Agora o time de Cuca quer marcar os gols que não fez contra a Macaca e mostrar um maior entrosamento entre os novos contratados. Além do desentrosamento, a pressão por causa da estréia também atrapalhou. A Portuguesa também busca a primeira vitória, pois empatou na rodada inaugural contra a Portuguesa Santista. E se o São Paulo tem dificuldade para entrosar a equipe, a Lusa terá mais problemas ainda. No Tricolor, dos onze titulares, cinco chegaram ao clube em 2004. Na Portuguesa, nove são reforços. Do time-base de 2003, apenas o goleiro Gléguer e o volante Capitão continuam como titulares.

PARTIDA ATRAENTE

Santos e São Caetano fazem um jogo atraente esta tarde na Vila Belmiro, pela segunda rodada do Campeonato Paulista. Será o primeiro confronto entre candidatos favoritos ao título de 2004. Ambos venceram na estréia. O Peixe ‘dobrou’ o Oeste em Itápolis,enquanto o Azulão passou pelo Mogi Mirim no ABC. O Santos não vem contando com a força máxima porque quatro titulares absolutos estão na Seleção Brasileira-Sub 23.

UNIFORME

Camarões usará novo uniforme com peça única na estréia na Copa Africana de Nações, hoje, contra a Argélia. O uniforme é considerado uma inovação, já que é feito com um tecido mais leve do que o usado no futebol atualmente e reúne o calção e a camiseta em uma mesma peça.

NA CESTA

Oito jogos abrem neste domingo o 15º Campeonato Nacional de Basquete. São 16 equipes de oito Estados. São Paulo tem o maior número de times, num total de seis. O segundo mais representado é o Rio de Janeiro, com três, seguido por Minas Gerais (dois). Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás e Distrito Federal terão uma equipe cada. O maior favorito é o atual campeão brasileiro e tricampeão paulista COC/Ribeirão Preto, dirigido pelo técnico da seleção, Lula Ferreira.

MEMÓRIA CURTA

A Agência Estado publica uma interessante matéria exaltando a tenista Maria Esther Bueno, que nos anos 60 dominou este esporte, lembrando que ela conquistou mais títulos do que Gustavo Kuerten, o Guga, e assim como Pelé chegou a ser eleita uma vez a “atleta do ano”, em 1959. Estherzinha conquistou 63 importantes títulos. Foi quatro vezes campeã do US Open (1959, 63, 64 e 66), o Aberto dos Estados Unidos e tricampeã em Wimbledon - 1959, 60 e 64. Tem um total de 20 títulos de Grand Slam entre simples, duplas e duplas mistas. Chegou ainda a liderar o ranking mundial nos anos de 59, 60 e 64. Nem por tudo isso, Estherzinha está hoje milionária, como Guga ou Pelé. E não se fala mais nela. Sem dúvida, o povo, principalmente do Brasil, tem mesmo memória curta.

SAUDADE

Morreu ontem Leônidas da Silva, aos 90 anos. O Diamante Negro, como era chamado, sofria do Mal de Alzheimer. O ex-jogador estava internado em uma clínica geriátrica, na Granja Viana, em São Paulo. Leônidas, que inventou gol de bicicleta, jogou no São Paulo durante nove anos (de 1942 a 1951), e brilhou também no Flamengo. Leônidas defendeu o Brasil nas Copas do Mundo de 34 e 38. Foi também comentarista esportivo da Rádio Pan-Americana, hoje Jovem Pan.

Comentários

Comentários