Polícia

PFL espera definição do TJ; já PL reivindica a vaga de vice-prefeito

Gilmar Dias
| Tempo de leitura: 1 min

O PFL, presidido pelo vice-prefeito Dudu Ranieri, só deverá enfrentar uma disputa à Prefeitura de Bauru se o Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo decidir pelo afastamento do prefeito Nilson Costa (PTB).

Se essa hipótese se concretizar, Dudu já adiantou que sua candidatura à reeleição será automática. Numa situação inversa, deverá levar o PFL a uma composição com outros partidos que terão candidatos majoritários à prefeitura.

Especulações de bastidores apontam que o vice-prefeito estaria conversando com a frente partidária comandada pelo ex-prefeito Izzo Filho. Mas o pefelista nega qualquer contato com o grupo izzista.

Já o PL, presidido em Bauru pelo ex-secretário municipal de Saúde (gestão Tidei de Lima), Fernando Monti, está em fase de reestruturação na cidade e na região. Monti adiantou que a legenda não vai lançar candidatura a prefeito, mas reivindica a indicação da vaga de vice-prefeito para compor aliança.

O deputado federal Milton Monti (PL), de São Manuel, é defensor da tese do irmão, Fernando. Elenca que o PL tem figuras credenciadas nos seus quadros, como o vice-presidente da República, José Alencar, que pode, segundo ele, dar peso a uma campanha municipal.

Já o clima de indefinição ainda impera no PSTU. O partido, nacionalmente conhecido pelas suas posições de rompimento com o sistema financeiro, vai debater a conveniência de lançamento de uma candidatura majoritária. Se ela vingar, a direção adiantou que não haverá coligações.

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