Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 3 min

Terceira via - 1

PP com PMDB e PFL. Este triunvirato partidário começa a aguçar as expectativas de muita gente do meio político, com vistas à eleição deste ano, em outubro. Dirigentes dos três partidos, leia-se Carlos Braga (PP), Renato Purini (PMDB) e Dudu Ranieri (PFL) articulam conversações, segundo uma fonte ligada a um dos grupos envolvivos.

Terceira via - 2

A pretensão dos entusiastas dessa virtual aliança é formar uma terceira via forte, pois avaliam que a polaridade hoje existente entre Caio Coube (PSDB) e Tuga Angerami (PDT) comporta uma terceira força na disputa do primeiro turno. Os três partidos (PMDB, PFL e PP) têm nomes conhecidos e muito tempo no rádio e na televisão.

Terceira via - 3

Quem também aposta que há uma avenida entre as duas candidaturas já anunciadas de Caio e Tuga é Antonio Carlos Barbosa (PHS), técnico da Seleção Brasileira de Basquete Feminino. Ele acha que pode se dar bem nesta empreitada, para a qual conta com o apoio do ex-prefeito Antonio Izzo Filho. Barbosa segue animado para as Olimpíadas da Grécia. A terceira via também é bem vista por Luiz Carlos Valle, que busca fortalecer sua candidatura pelo PSB.

Erramos os nomes

Na edição de ontem deste JC publicamos erradamente na coluna o nome do juiz da 3.ª Vara Criminal, João Augusto Garcia, que saiu grafado, indevidamente, como João Henrique Parra. A nota falava sobre a aceitação de denúncia contra vereadores de Bauru devido a viagens irregulares. Também na edição de ontem (pag.3), erramos o nome do advogado José Eduardo Leal. Ao magistrado e ao advogado, nossos pedidos de desculpas.

Cidadania

O presidente da Associação Paulista dos Magistrados (Apamagis), desembargador Celso Luiz Limongi, não atua somente no órgão de classe e no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ). Limongi ainda encontra tempo para dedicar-se à manutenção e direção da Maternidade Jesus José e Maria, de Guarulhos (SP). Ele preside o conselho deliberativo e sente, na pele, a dificuldade em manter programas sociais em um país carente.

Sem explicação

Durante a entrevista coletiva para divulgar a assinatura do contrato de asfalto comunitário, o prefeito Nilson Costa (PTB) fez referência à matéria publicada no ano 2000 dando conta de que, naquela época, havia uma dívida de cerca de R$ 2 milhões em favor da CPFL. O prefeito ainda não entendeu que não se nega a existência da dívida. O que a sociedade quer saber é a forma, onde está o contrato para a prestação desse serviço, qual o sistema de medição adotado para o consumo, qual o controle de carga de energia, etc, etc.

Encontro de contas

A exemplo do que fez em relação à cobrança de dívida feita pela RFFSA, por que o prefeito não pediu no Judiciário o encontro de contas com a CPFL para que o conteúdo da fatura de energia pudesse ser clareado por meio de ação pericial? Por que a prefeitura resolveu ser tão boazinha com a CPFL da noite para o dia? Afinal, até o último Natal a administração contestava a cobrança da companhia.

Comentários

Comentários