• Candidato do PFL
O diretório municipal do PFL de Bauru definiu, em reunião realizada ontem pela manhã, que o partido terá candidatura própria a prefeito nas eleições de outubro. Resta saber quem será o escolhido da legenda na disputa de outubro pelo Palácio das Cerejeiras. Dudu Ranieri sai na frente, como o candidato natural.
• Filha de peixe...
O comando do PFL agendou um novo encontro para a próxima quarta-feira, com o objetivo de discutir os nomes dos possíveis pré-candidatos. Além do presidente da legenda em Bauru e atual vice-prefeito, Dudu Ranieri, o nome de sua filha, Chiara Ranieri, está entre os favoritos.
• 10 iniciam, 2 terminam
Com a entrada do PFL no cenário, sobe para dez o total de candidatos na cidade, neste primeiro turno. Vamos a eles, pela ordem alfabética: Antonio Carlos Barbosa (PHS), Antonio Marsola (PPS), Caio Coube (PSDB), Clodoaldo Gazzetta (PV), Estela Almagro (PT), Luiz Carlos Valle (PSB), Renato Purini (PMDB), Tuga Angerami (PDT), um do PSTU, ainda indefinido, e um do PFL.
• Temas em aberto
Duas grandes situações que envolvem a eleição e os partidos ainda estão em aberto na cidade: a indicação do vice e a quantidade de candidatos a vereador. A primeira, porque há vários nomes que tentam se credenciar como vice, mas ainda se dizem candidatos a prefeito para valorizar o “passe”. Definições mesmo só em junho, mês em que se encerra o prazo para as coligações.
• Ficam 21 ou 15?
Quanto aos vereadores, a expectativa nacional sobre qual tese prevalecerá na definição do número de vereadores para a próxima legislatura amarra a formação das chapas de candidatos, que podem ter mais ou menos inscritos, dependendo do total de cadeiras na Câmara. Pela tese do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Bauru reduz o tamanho do Legislativo para 15 nomes. Pela PEC aprovada nos últimos dias na Câmara Federal, Bauru fica com 21 parlamentares.
• Se faz de vítima
O prefeito Nilson Costa (PTB) aproveita-se da rápida tramitação da CEI da CPFL (menos de um mês) para se colocar na posição de vítima do processo. Denunciado por ter confessado repentinamente e sem dar a menor satisfação a ninguém uma dívida milionária de R$ 14,7 milhões, Nilson critica a ausência de depoimentos na CEI para dizer que estão querendo executá-lo sumariamente.
• Garmes argumenta
O vereador Toninho Garmes (PSDB) argumenta que nem todo processo de investigação precisa dispor de um rol de testemunhas. Segundo ele, os fatos estão materializados nas ações do prefeito e, por isso, a CEI não necessitou sanar dúvidas nem formar provas adicionais. Daí a denúncia de negligência e o pedido de instalação de uma Comissão Processante (CP).
• Combate à corrupção
O JC foi a Ribeirão Bonito, na região de São Carlos, conferir de perto o trabalho de uma ONG - a Amarribo - que se especializou no combate à corrupção em prefeituras, verdadeira praga nacional, como bem colocou outro dia uma revista de circulação nacional. Um prefeito foi cassado e preso, como fruto do trabalho da Amarribo, que editou uma cartilha.