Leonardo de Brito

Em Confiança

Leonardo de Brito
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DÁ-LHE, BRASIL

A Seleção Brasileira vai precisar jogar muita bola hoje em Santiago para manter a liderança das Eliminatórias Sul-Americanas, porque terá pela frente um adversário motivado. O Chile vem embalado pela vitória fora de casa sobre a Venezuela e terá o apoio de sua torcida. Mas se os chilenos são bons, os brasileiros são melhores. Com a vitória por 3 a 1 sobre a Argentina, a equipe comandada por Carlos Alberto Parreira soma 12 pontos. O Chile é o terceiro, com 10, um a menos que os argentinos, e pode assumir a ponta se vencer esta noite e contar com tropeço dos portenhos. Para a partida no Chile, as atenções estão voltadas para o atacante Ronaldo, que sofreu três pênaltis e marcou três gols contra os argentinos. Mas seu eu fosse Olmos, o técnico chileno, não determinaria marcação especial em ninguém, porque a Seleção Brasileira não tem apenas Ronaldo. Kaká, Luís Fabiano e outros sabem tudo de bola. Parreira não promoverá mudanças radicais na Seleção. A única baixa confirmada é o meia Zé Roberto, que recebeu o segundo cartão amarelo e está suspenso. Em seu lugar entra Edu, do Arsenal. A defesa, setor criticado até pela mãe do treinador, continuará com Juan e Roque Júnior. Vou fazer muitas orações para meus queridos arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel. O volante Gilberto Silva, que não enfrentou os portenhos por estar suspenso, pode ser a surpresa na equipe, na vaga de Edmílson. E vamos que vamos, Brasil.

RUBRO-NEGRO

Recebo e-mail do flamenguista fanático Luís Fernando Zoratto, do Arraial do Cabo. Ele lembra as conquistas da década de 80 e sofre com a atual fase ruim do clube. “Para o Mengão começar a reagir, precisa de pelo menos um matador”, afirma o torcedor rubro-negro. Meu caro Luís Fernando, o Flamengo já tentou nove nomes e não coseguiu nenhum: argentino Castillo, Oliveira, Oséas, Rivaldo, França, Luizão, Alberto e Christian. E esta semana, Dimba foi cogitado. Arraial do Cabo fica em Cabo Frio-RJ.

FERRARISTA

Se depender da Ferrari, Michael Schumacher não vai se aposentar tão cedo. Fala-se na renovação do contrato com o hexacampeão mundial de Fórmula 1, cujo compromisso termina no ano que vem. O piloto alemão ingressou na Ferrari em 1995, após ganhar o bicampeonato com a Benetton em 94 e em 95. Schumacher conquistou quatro Mundiais seguidos (2000/2001/2002/2003) e já manifestou seu desejo em encerrar a carreira de piloto na escuderia italiana.

DESPEDIDA

Oscar Schmidt faz hoje em Brasíia, onde iniciou a carreira, sua despedida oficial das quadras de basquete, voltando a jogar com seus companheiros que conquistaram o título do Pan-Americano de 1987, em Indianápolis. O time de Oscar será reforçado pelo armador Ratto e por dois parentes do Mão Santa, o irmão Luiz Felipe e o filho Felipe. O time adversário, Amigos de Oscar, terá Olívia e Gema, que atuou no desativado campeão Tilibra-Copimax.

SEGUNDA VITÓRIA

A seleção brasileira masculina de vôlei volta a enfrentar a Grécia no segundo confronto da primeira rodada da Liga Mundial. Depois de vencer a primeira partida por 3 sets a 0, o Brasil busca a segunda vitória esta tarde, no Neapolis Sportshall, em Larissa, Grécia. Vi na SporTV o jogo de sexta-feira e gostei da estréia, mas a equipe brasileira precisa de mais atenção para esta segunda partida.

NATAÇÃO

Um forte abraço ao presidente da Apan - Associação dos País e Amigos da Natação - Hélio Akio Nakagaki. O amigo Hélio volta a colaborar com a vitoriosa equipe Luso/Prata/Unimed. Bom também para a gente, porque ninguém melhor do que o Hélio para abastecer a imprensa com informações bastante detalhadas da natação.

MEMÓRIA

Campeonato Paulista de 1990: Bragantino 1 x Noroeste 0, em Bragança Paulista, gol de Júnior. Árbitro: Euclides Fiori. Público pagante: 4.535. Maurício Cosin e Rodinaldo foram expulsos. Bragantino: Marcelo; Gil Baiano, Júnior, Jandílson e João Batista; Mauro Silva, Ivair e Mazinho; Tiba, Milton (Valmir) e Luís Muller. Técnico: Vanderlei Luxemburgo. Noroeste: Rubens; Marcos Coco, Maurício Cosin, Modesto e Dinho; Catanoce, Adaílton e Chicão; Lela (Cardim), Rodinaldo e Marquinhos Yamamoto. Técnico: Norberto Lopes. No time noroestino, só Rubens, Catanoce, Chicão e Rodinaldo não eram pratas da casa. Em 90 o Bragantino sagrou-se campeão paulista, ao vencer o Novorizontino na famosa “final caipira”.

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