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Alunos criticam critérios adotados para novo teste

Ronaldo Schiavone
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Enquanto os representantes das instituições de ensino superior de Bauru acreditam que o Enade será um avanço em relação ao Provão, os universitários ouvidos pela reportagem estão bem menos otimistas com o novo exame.

A estudante de fonoaudiologia Tatiana Garcia acredita que a nota da prova é insuficiente para avaliar o curso. “Também é preciso levar em consideração várias outras coisas, como o número de docentes e se eles têm mestrado ou doutorado, por exemplo”, opina.

Ela também contesta a opção do MEC em realizar o Enade por amostragem. “A minha sala tem um desempenho homogêneo e eu tenho certeza de que ela não será prejudicada, mas acredito que há faculdades em que isso não acontece. Por isso, é preciso saber quem fará a prova para descobrir se esse sistema dará certo”, comenta.

O estudante de odontologia Marcelo Silva Maia também critica o modelo de amostragem. “Tirar a média a partir desses alunos que forem escolhidos pode não representar o todo. Acho que todo mundo deveria fazer a prova ou então o ministério deveria bolar outra maneira de avaliar os universitários”, declara.

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