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Da Redação
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• Compromissos

Cumprindo o prometido de cobrir o primeiro ato significativo da campanha de cada candidato a prefeito de Bauru, o Jornal da Cidade traz hoje matéria sobre a apresentação do projeto de Clodoaldo Gazzetta (PV) para recuperar os fundos de vale e tratar o esgoto do município. No sábado à noite, será a vez de acompanharmos o evento do candidato Sandro Fernandes, do PSTU. Na semana que vem, estreará a agenda dos candidatos a prefeito. Também divulgaremos, assim que a Justiça Eleitoral oficializar, os nomes de todos os candidatos a vereador de Bauru.

• Fundo de vale

Gazzetta afirma que o projeto de recuperação dos fundos de vale será prioridade, caso seja eleito, e terá custo de R$ 68 milhões. O candidato afirma que a proposta estará implantanda até outubro de 2007. Se isso não ocorrer, ele promete renunciar ao cargo. Uma coisa é certa. O próximo prefeito não terá esta cifra para investimento. Outro ponto é que esta proposta integra a revisão do Plano Diretor que está sendo realizada pelo atual governo.

• Certidão criminal

A greve dos funcionários do Judiciário paulista fez com que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dispensasse os candidatos que irão concorrer a cargos públicos no Estado de São Paulo de apresentar suas certidões criminais. O documento será substituído pela certidão de quitação eleitoral e de direitos políticos. A medida teve como objetivo central não atrapalhar o processamento dos registros de candidatura.

• Homologação

O cartório da 23.ª zona eleitoral de Bauru começou a publicar os editais com a homologação das candidaturas a prefeito, vice-prefeito e vereadores do município. Alguns pedidos, porém, ainda estão sendo analisados e só devem ser confirmados ou não nos próximos dias. A chapa do PP, por exemplo, conta com 30 nomes relacionados pelos partidos e outro nome em análise pelo juiz eleitoral.

• Metade do 13º

O prefeito Nilson Costa (PTB) respondeu ontem, por meio de decisão administrativa, à indagação levantada por esta coluna na semana passada quanto ao pagamento de metade do 13º salário, como havia acontecido nos anos anteriores. O chefe do Executivo anuncia que o 13.º será depositado em 10 de agosto. Quer provar que as contas municipais ainda têm fôlego. Tomara que consiga.

• Contas e orçamento

O governo municipal, a cinco meses do final, já deve estar fazendo contas do orçamento e das projeções de receita até 31 de dezembro. Não há recursos disponíveis para investimentos, a não ser aqueles já carimbados ou encaminhados por convênios. E o prefeito ainda tem que colocar em dia várias contas, como a Funprev, restos a pagar, fornecedores, mensalidade da federalização e outras.

• Reserva de verba

Vale advertir que o planejamento de fim de governo tem que levar em consideração a reserva de valores para pagar a parcela anual dos precatórios, que em 2003 superou a R$ 2 milhões, a folha de dezembro (R$ 6 milhões bruta ao mês), a segunda parte do 13º (R$ 3 milhões), e outros R$ 6 milhões que já terão que estar no caixa em 31 de dezembro para pagar o salário em 1 de janeiro de 2005.

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