Por que que as farmácias não podem mais aplicar injeção e nem medir a pressão arterial de seus clientes e têm estacionamentos de emergência? E também por que as farmácias de manipulação e homeopáticas também têm estacionamentos de emergência? Explico o motivo da minha curiosidade. É que na semana passada fui até o Pronto-Socorro Central levar meu netinho de 7 anos para um atendimento de emergência, pois ele levou uma pancada no rosto, que provocou um corte e quase uma fratura de nariz. E por incrível que possa parecer, o Pronto-Socorro não tem estacionamento de emergência. E, por mais incrível que possa parecer ainda, existe um estacionamento, mas com uma placa escrita: estacionamento exclusivo para funcionários.
Tive que largar meu netinho na portaria, levar o carro para estacionar a mais de 200 metros, porque na rua em frente ao PS não tinha nenhuma vaga.
E, aproveitando também, será que alguém pode explicar o porquê do mau-humor de alguns funcionários nos atendimentos das pessoas que procuram o PS Dá a impressão que eles estão fazendo um grande favor em atender as pessoas. Mas quando fazem greves, sempre pedem o apoio da população.
Desafio qualquer cidadão a me contradizer nesta questão. Me refiro à cordialidade. Porque as circunstâncias são sempre desagradáveis quando se precisa do PS, a pessoa está sempre nervosa e um pouco de cordialidade até acalma.
Quero salientar que estou me referindo a funcionários que atendem as pessoas quando chegam ao PS. Ou seja, recepcionistas, porteiros e aqueles seguranças terceirizados, e não aos médicos e às médicas e seus assistentes, que todas as vezes em que lá estive sempre foram muito atenciosos, educados e, principalmente, muito além de profissionais diante dos recursos que o PS lhes oferece.
Fátimo Alberto da Silva - R.G. 10.347.040