BRASIL ESTRÉIA
A primeira equipe brasileira a competir na Olimpíada de Atenas será a de futebol feminino, nesta quarta-feira. Às 12h (de Brasília), o time comandado pelo técnico Renê Simões enfrentará a Austrália na cidade de Tessalônica. O Brasil tentará a sua primeira medalha olímpica no futebol - em Sydney (2000) e Atlanta (1996), a equipe brasileira foi derrotada na disputa da medalha de bronze por Alemanha e Noruega, respectivamente. A base do grupo é formada pelo time que competiu em Sydney. Das 18 jogadoras, 12 estiveram na última Olimpíada, sendo que as atacantes Roseli e Pretinha, a meia Formiga e a zagueira Tânia Maranhão também atuaram em Atlanta. Na Olimpíada de 2000, Brasil e Austrália se enfrentaram na primeira fase e as brasileiras venceram por 2 a 1.
FORA
Anti-herói de Sydney-2000, o nadador Eric Moussambani está fora de Atenas-2004 devido a um detalhe burocrático. Segundo o jornal “Marca”, as autoridades de Guiné Equatorial perderam a foto do passaporte do atleta, impedindo-o de se inscrever nos Jogos. Moussambani entrou para a história ao nadar os 100 m livre no estilo ‘cachorrinho’ com o tempo de 1min52s72, porque aprendera a nadar apenas meses antes. Para esta edição, porém, o atleta vinha treinando na Espanha. Deve estar desolado porque o mundo não verá sua evolução.
TIMÃO EM FLORIPA
Após o empate em casa diante do Botafogo, o Corinthians, 13º colocado, tenta derrubar vários tabus contra o Figueirense, nesta quarta-feira. O primeiro é acabar com a invencibilidade do time catarinense no Orlando Scarpelli, o Ressacada, neste Brasileiro. Jogando em casa, o Figueira venceu cinco partidas e empatou outras seis. Tem um aproveitamento de 63,6% nesses 11 jogos. Assim compo São Paulo e Fluminense, ainda não perdeu atuando nos próprios domínios. E o desafio desta noite, historicamente, não é dos mais fáceis para o Timão. Em Campeonatos Brasileiros, os paulistas jamais venceram o time de Floripa. Foram quatro empates e uma vitória do Figueira.
ARMA TRICOLOR
Depois de perder para o lanterna Flamengo, o São Paulo corre atrás do prejuízo hoje à noite no Morumbi. E se conhecer o adversário pode ser considerado uma arma, o São Paulo entra em campo “armado até os dentes”. Nada menos que quatro atuais são-paulinos defendiam o Goiás no último Campeonato Brasileiro. E, é claro, cada um conhece um segredo do rival goiano. O time dos “ex” começa pelo banco de reservas. Cuca, técnico do Tricolor, ganhou destaque no Goiás, com a arrancada que conseguiu no returno do Brasileirão de 2003. Quando foi contratado pelo São Paulo, para esta temporada, trouxe com ele o zagueiro Fabão, o atacante Grafite e o meio-campista Danilo.
PEIXE NO RIO
Depois de dois tropeços seguidos, o Santos busca reabilitação e a liderança isolada do Brasileiro, enfrentando o Vasco, no Rio de Janeiro. O Peixe esteve muito desatento - e talvez de ‘sapato alto’ - contra Grêmio e São Caetano, mas hoje a história será diferente.
VANTAGEM DO VERDÃO
Embalado pela vitória sobre o Criciúma, o Palmeiras enfrenta o Fluminense nesta quinta-feira, no Palestra. Nos confrontos entre as duas equipes no Brasileirão, foram disputados 22 jogos, sendo 13 vitórias do time paulista, cinco da equipe carioca e quatro empates. Na história do confronto em competições oficiais (incluindo os jogos do Campeonato Brasileiro), foram disputadas 53 partidas, sendo 30 vitórias do Verdão, 16 do Tricolor das Laranjeiras e sete empates.
TESTEMUNHAS
O Ituano venceu o Rio Branco por 2 a 1 e disparou na liderança de sua chave na Copa Federação Paulista de Futebol, com 15 pontos. Mas o jogo não teve torcedores e sim testemunhas, já que apenas 28 pessoas pagaram ingresso. Normal. Afinal, nem fanático enfrenta um frio terrível numa segunda-feira à noite para ver jogo da copinha. E o vento de Itu não perde nada para o Minuano, aquele que agita o Sul.
MEMÓRIA
Campeonato Paulista de 1985: Palmeiras 1 x 0 Noroeste, no Palestra Itália, gol de Barbosa. Árbitro: Almir Laguna. Público pagante: 4.938. Palmeiras: Leão; Diogo, Polozi, Vágner Bacharel e Paulo Roberto; Rocha, Mendonça e Paulinho (Márcio); Barbosa, Reinaldo (Hélio) e Carlos Alberto Borges. Técnico: Antônio Carlos Fedato. Noroeste: Sílvio Luís; Valter, Jorge Fernandes, Carlos Alberto e Ferreira; Marcão, César e Washington; Amauri (Bira), Osmair e Jânio. Técnico: Mário Travaglini.