A inexistência de um convênio entre a prefeitura e a Associação Hospitalar de Bauru (AHB) está inviabilizando o acerto de uma dívida entre as partes por conta de serviços de urgência/emergência prestados a gestantes atendidas na Maternidade Santa Izabel, segundo o secretário municipal de Saúde, João Sérgio Carneiro.
O presidente da entidade hospitalar, Joseph Saab, informou que a dívida é resultado de seis meses de atrasos, gerando um montante de R$ 180 mil.
Mas, segundo Carneiro, a prefeitura deve à AHB R$ 90 mil pelo atraso de três meses no repasse de verbas. O valor é a metade do que aponta a AHB. A administração fornece à Maternidade Santa Izabel 12 médicos ginecologistas para o atendimento a gestantes. O uso dos equipamentos e do espaço físico custa mensalmente à prefeitura R$ 30 mil.
O secretário diz que o convênio entre as partes venceu em dezembro de 2003 e só não foi renovado porque entre as exigências consta a não apresentação pela AHB de Certidões Negativas de Débito (CND) fornecido pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e pelo Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que estariam em atraso.