• Com grevistas
O governador Geraldo Alckmin se mostrou aberto ao diálogo, ontem, mesmo o assunto sendo um tanto quanto indigesto para o governo. Durante visita ao JC, ele recebeu um grupo de servidores do Poder Judiciário de Bauru, categoria que está em greve há mais de 60 dias. Por cerca de 40 minutos, o governador ouviu as reivindicações dos servidores e prometeu avaliá-las.
• Bombeiros
Em relação à ação do Ministério Público (MP) que aponta, entre outras questões, que o custeio do Corpo de Bombeiros é de responsabilidade do Estado, Alckmin falou que o governo mantém os equipamentos e a folha de pagamento. “A prefeitura entra com a parte de custeio, alimento, combustível, etc. O pesado é do Estado”, sustentou, sinalizando que não vai aceitar nenhuma "sugestão" de aumento de verba para a corporação por conta de um possível fim da taxa.
• Custo zero
Sobre a necessidade de investimento, Alckmin contou que quando foi prefeito em Pindamonhangaba chamou as empresas de seguro e negociou a aplicação de recursos privados em equipamentos. “As empresas colaboraram e eu equipei o Bombeiro sem um centavo público. Porque todas as empresas ganham quando o Instituto de Resseguros do Brasil (Irb) classifica bem o serviço, porque o prêmio do seguro fica mais barato".
• "Politicando"
Ainda no JC, antes de seguir para o jantar de encerramento do I Seminário da APJ, o governador mostrou um de seus dons - o de narrar histórias engraçadas sobre política. Uma delas, contada no Café com Política, onde foi recepcionado pelo presidente dos Grupos Prata e Cidade, Alcides Franciscato, estréia hoje a coluna “Politicando”, que será veiculada diariamente, sempre com uma passagem hilária contada por algum político.
• Ainda o subsídio
Os membros da Comissão de Economia e Finanças da Câmara Municipal de Bauru vão se reunir hoje para discutir as bases do projeto de lei que definirá os valores dos subsídios dos agentes públicos (prefeito, vice, vereadores e secretários municipais) para a legislatura 2005-2008. Se quiserem votar a proposta antes das eleições, têm exatamente um mês.
• Defensor do MP
O líder do PT na Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, saiu ontem, em Bauru, em defesa do Ministério Público (MP). Ele afirma que o MP é um dos sustentáculos da democracia e não se pode tirar o seu poder de investigação. A polêmica está sendo analisada no Supremo Tribunal Federal (STF). Por enquanto, dos 11 ministros, três votaram a favor do MP e dois contra.
• Eleição à vista
A Associação dos Servidores Públicos Municipais definiu os membros da comissão que vai organizar a eleição dos conselheiros da Fundação de Previdência dos Municipiários (Funprev). O presidente da entidade, Wagner Bertolucci, vai comandar a comissão, que tem como secretária Márcia Giacon Negrato e como membro Carlos Roberto Batista da Silva. A eleição será realizada no final de novembro.