A Secretaria de Estado da Saúde, por intermédio do Instituto Butantan, programa produzir nos próximos dois anos 11 novas vacinas, seis delas em parceria com o Instituto de Saúde dos Estados Unidos (NIH) e universidades norte-americanas, cujos acordos estão em fase final de negociação.
A parceria prevê desenvolvimento de tecnologia de produção pelo Butantan para rotavírus, dengue, HPV (papiloma do colo do útero), leishmaniose, pneumonia e necator (Amarelão). As demais vacinas serão contra a gripe, cuja fábrica será financiada pela secretaria, coqueluche e hepatite B. Atualmente, o Butantan produz 200 milhões de doses ao ano, principalmente contra tétano, difteria, coqueluche, hepatite B, BCG e raiva, todas em fábricas com tecnologia e engenharia próprias.
Novas vacinas representam desenvolvimento tecnológico de pesquisadores e técnicos do Butantan, que permitirão disponibilizar para o Ministério da Saúde vacinas a preços compatíveis aos recursos que o País dispõe. O excedente de produção deverá ser disponibilizado para países que não produzem essas vacinas e cujos recursos são ainda mais escassos.