A demora no atendimento após a implantação do sistema de Pronto-Atendimento Médico (PAM) já era prevista, de acordo com o secretário municipal de Saúde, João Sérgio Carneiro.
Ele argumenta, entretanto, que o programa é necessário para garantir os serviços ambulatorial e de urgência nas unidades descentralizadas. “É preferível você ter um pouquinho de demora no atendimento, do que você não ter”, avalia.
Antes da implantação do PAM, a prefeitura contava com um pediatra somente para atender o serviço ambulatorial e outro para atender os casos do pronto-socorro.
“Com o PAM nós fizemos com que o profissional atendesse a demanda do posto e da urgência. Embora de uma maneira mais demorada, mas que não ficasse sem atendimento e permitisse que distribuíssemos esses profissionais da melhor maneira possível e de acordo com a demanda “, afirma o secretário. Segundo Carneiro, o sistema é uma medida paliativa.