Regional

Região apresenta locais de risco

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 1 min

O campeão em morte por afogamento é o rio Tietê, até porque é o mais extenso e passa por áreas urbanas, facilitando o acesso. As embarcações, os pescadores e o uso de jet-ski sem os equipamentos necessários são os principais motivos apontados pelo tenente Adilson Reis.

Na barragem de Ibitinga, a maior incidência de acidentes do tipo afogamento ocorre também pela falta dos coletes e da audácia dos pescadores que insistem em se aproximar da barragem.

A praia de Iacanga apresenta perigos que podem ser evitados com o uso de bóias, por exemplo. Não há demarcação do limite para os banhistas. As plantas aquáticas dão uma falsa impressão de que o local é raso. Elas também podem enroscar nos pés dos banhistas, se ocorrer a aproximação.

O pier não tem corrimão, o que pode provocar uma queda dos menos avisados e das crianças. Nos finais de semana mais quentes, a praia recebe uma média de 300 banhistas.

O comerciante da praia das mangueiras Isac Gouvdich diz que os afogamentos são raros, mas que não há salva-vidas. O garoto Danilo Minelo da Costa, 12 anos, também morador na cidade, alega que não tem medo de morrer afogado. “Só fico nas margens pescando”.

A praia de Arealva que passou por reformas recentes, tem uma tela demarcando a área dos banhistas. O zelador Gregório Moleiro lembra que na praia não ocorreu nenhum afogamento este ano. “Duas pessoas morreram, mas na outra margem do rio. Um bote afundou e outro foi tirar uma planta aquática e foi levado pela correnteza.”

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