VANDALISMO
A diretoria do Atlético Paranaense contabilizou ontem o prejuízo financeiro do clássico contra o Paraná, no último domingo, na Arena da Baixada. No setor reservado à torcida paranista, foram quebradas 34 cadeiras e arrancadas as portas internas de um dos banheiros. O vandalismo custará aos cofres do Furacão R$ 5.100. Ao final do jogo, a polícia autuou 11 pessoas. As demais foram liberadas depois de reembolsar o clube pelo prejuízo causado. O vandalismo continuou nas proximidades do belo estádio do Furacão. O outro Atlético deste Brasileirão, também deve estar de cabeça quente. Os incidentes ocorridos no jogo entre Atlético-MG e São Paulo, domingo, em Belo Horizonte, vão custar ao Galo a perda do mando de campo por três partidas. O que aconteceu no Estádio Independência foi lamentável, gravíssimo. Objetos potencialmente lesivos foram atirados ao gramado. O tribunal da CBF precisa dar um duro castigo ao Atlético. Tem torcedor que além de não ajudar, atrapalha o clube.
DUELOS DISTINTOS
Como lembrou Rogério Ceni, os dois confrontos consecutivos entre São Paulo e Santos serão distintos, independentemente do resultado da primeira partida desta quarta-feira, pela Copa Sul-Americana. Domingo as duas equipes voltam a se enfrentar, desta vez pelo Campeonato Brasileiro. Pela Sul-Americana, o Santos venceu o primeiro confronto na Vila Belmiro por 1 a 0 e o Tricolor terá de vencer por dois gols de diferença para avançar às quartas-de-final da competição. No final de semana estará em jogo o título brasileiro. O Santos está em segundo lugar com 68 pontos. O São Paulo é o terceiro com 62. O líder Atlético-PR tem 69 pontos.
SEM COBRAS
Bati um longo papo ontem com o amigo de fé e grande treinador Luís Carlos Martins, que fez um belo trabalho no Marília. Quando assumiu o cargo, o MAC estava na zona de rebaixamento. Luís Carlos diz que o caminho certo é contar com sangue novo, e assim, o Marília não terá mais medalhões em 2005, no Paulistão e Brasileiro da Série B.
ESCUDO
O noroestino fanático Fernando Rodrigues prefere ver o escudo novo e não o velho, na camisa do Noroeste. É uma idéia, mas gosto não se discute. Prefiro o escudo antigo e também a camisa, aquele vermelho cor de sangue. Outra coisa, Fernando: o Marília sempre foi azul, nunca foi alvirrubro. Vermelho e branco era o São Bento, que virou Marília.
HINO
Eraldo Marques, músico da melhor qualidade, acaba de gravar um arranjo orquestral (para orquestra de câmara) para o hino do Noroeste. O trabalho ainda precisa de finalização e masterização, que deverão estar prontos em menos de duas semanas. Não vejo a hora de receber esse CD, que deve ser enviado ao pessoal da Sangue Rubro e a direção do Noroeste. Eraldo integrou a legendária banda de rock Superliga Katólica.
COM A MÃO, NÃO
O atacante Neuville, do Moenchengladbach, marcou duas vezes na vitória de sua equipe sobre o Kaiserslautern, domingo. O jogador de 31 anos, que já defendeu a seleção alemã, foi punido após a análise de imagens na TV, que comprovaram que um de seus gols foi feito com a mão. O atacante é atualmente o artilheiro do Campeonato Alemão, com oito gols.
FOLCLORE
Do locutor Aloísio Parente, descrevendo a reinauguração do Olímpico, o estádio do Grêmio. “O estádio é suntuoso, com uma vista belíssima. Fica quase no centro da Capital. À sua direita, o belo rio Guaíba, à esquerda, uma das principais avenidas e, na parte sul, o mais procurado de todos os cemitérios de Porto Alegre, onde vivem os mortos mais ilustres da cidadeâ€. Os mortos vivem?
VOANDO BAIXO
Fechar a campanha de seu sétimo título mundial de Fórmula 1 com mais uma vitória é o discurso do piloto alemão Michael Schumacher para o GP do Brasil, domingo, no autódromo de Interlagos. Schumacher não se mostrou nem um pouco sensibilizado à chance de seu companheiro de Ferrari, Rubens Barrichello, vencer pela primeira vez no Brasil.
MEMÓRIA
Campeonato Paulista de 1985: Noroeste 1 x 1 Guarani, em Bauru, gols de Osmair para o Norusca e Gérson para o Bugre. Árbitro: Dárcio Pereira. Público pagante: 6.096. Noroeste: Sílvio Luís; Valter Nascimento, Jorge Fernandes, Carlos Alberto e Edinho; Marcão, Zé Rubens (Bira) e Eudes; Amauri, Osmair e César (Pato). Técnico: Érico Coelho, o Nenê Boteco. Guarani: Valdir Peres; Ricardo, Júlio César, Wilson Gotardo e Zé Mário; Tosin, Neto (Rubens Feijão) e Nei; Niquinha (João Paulo), Gérson e Gérson Sodré. Técnico: Candinho.