Bairros

Arquiteta descarta problemas estruturais

Thaís da Silveira
| Tempo de leitura: 2 min

De acordo com a arquiteta Maria Helena Rigitano, da

Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan), a Vila Regina não tem sérios problemas de infra-estrutura. A tendência, na opinião dela, é de desenvolvimento.

Maria Helena explica que a Vila Regina é um loteamento

bastante antigo, que data de 1949. Nessa época, a rodovia Marechal Rondon, que tangencia o bairro, era considerada uma avenida.

Por esse motivo, não se previu a duplicação da mesma

e a necessidade de reserva de uma área para construção

da marginal. Hoje, há necessidade de desapropriação de algumas quadras para a viabilidade da obra.

A arquiteta da Seplan acredita que as especulações

sobre a construção do megashopping Savoy favorecem

o bairro e atraem investidores para o local.

O Bauru Shopping que funciona há 15 anos, levou desenvolvimento ao bairro. “Acho que agora, em função da expectativa do empreendimento Savoy e do projeto de prolongamento da Chaim Mauad, investimentos estão sendo atraídos”, avalia.

Maria Helena explica que a Prefeitura de Bauru tem projeto de investir no sistema viário da região da Vila Regina, prolongando a rua Chaim Mauad até as proximidades da rodovia Marechal Rondon, na altura da Base da Polícia Rodoviária.

A obra facilitaria também o acesso à avenida Getúlio

Vargas, através da avenida Odilon Braga, que contorna

a pista do Aeroclube e que hoje é uma rua de terra. “Temos o projeto pronto há anos”, enfatiza a arquiteta, que é ex-secretária municipal de Planejamento e que hoje coordena os trabalhos

de elaboração do novo Plano Diretor.

Ela garante que a região da Vila Regina não tem problemas de drenagem - que afetam boa parte da cidade. É que a região é alta e a água da chuva que cai no local não vai para a avenida Nações Unidas,

mas sim para o córrego Água Comprida.Aágua é captada

por galerias localizadas sob a rodovia Marechal Rondon.

Comentários

Comentários