Se nos últimos 50 anos o Brasil tivesse sido governado por “Lulas”, certamente, estaríamos numa situação bem melhor.
Os intelectuais, hipócritas, almofadinhas, que falam a linguagem que o povo não entende lançaram o país num lamaçal de dívidas, corrupção, analfabetismo, desigualdades, miséria que, agora, se tivermos governos sérios, decentes, competentes serão necessários, no mínimo, 30 anos para as coisas começarem a melhorar. Não se iludam. Portanto, a corja PMDB, PFL, PP e PTB nunca mais;
- Para começar a resolver o problema da criminalidade, bandidagem, com toda certeza, o Brasil precisa montar uma megaoperação das forças armadas e todas as demais polícias existentes para empreender um arrastão pelo país usando carros de combate, armamentos pesados, leves, cassetetes, venenos potentes, etc. Agora chegou a vez do bandido ser desarmado. O bem precisa vencer o mal. Não adianta ficarmos usando apenas “Detefon”. Do jeito que está, nós estamos à deriva em matéria de segurança;
- O sistema carcerário precisa mudar. Os presídios nas cidades devem ser usados apenas para as pessoas que cometem delitos não graves. Para os demais, devem ser construídos presídios no interior do país onde o preso seja obrigado a trabalhar para fazer jus ao alimento. Não devem ser detenções com construções sofisticadas e os tipos de trabalho serão, basicamente, “agricultura” e “quebrar pedra”. Criminalidade e bandidagem não se tratam com pomada mas sim com o bisturi;
- As árvores, matas, vegetação em geral aumentam as chuvas, melhoram o clima, combatem a poluição etc., portanto o indivíduo que destrói a flora e a fauna deve ter as costas dilaceradas pelo cassetete. Tenham certeza, o Brasil só vai começar a melhorar muito em qualidade quando diminuir muito a impunidade;
- A reflexão que faço a seguir exprime uma opinião bem particular. Tenho 60 anos e vivi os anos de ouro da carreira futebolística de Pelé. Na minha juventude, em 1963 e 1964, estudei na cidade de Bauru e acompanhava, assistia os jogos da 1.ª divisão do campeonato paulista. Se não me engano a defesa do time do Noroeste na época era a seguinte: Navarro, Aracito, Virgílio, Romualdo e Gualberto. Naquele tempo, o futebol era arte, espetáculo, enfim, era uma festa, ao contrário de hoje, futebol robotizado, toquinhos pra lá, pra cá.
Na estréia do filme “Pelé eterno” eu fui assistir em Campinas achando que o interesse seria grande. Qual não foi minha surpresa e decepção quando mais três pessoas, apenas, viram a exibição. Eu soube, posteriormente, que a juventude não compareceu aos cinemas, não prestigiou o filme. Então, diante desse fato, eu acho, também, que não devo prestigiar o futebol atual. Não tomo conhecimento, não me preocupo em saber quem jogou, quem vai jogar, quem ganhou, quem perdeu. Grato pela atenção.
Ariovaldo Ribeiro