Tribuna do Leitor

Solidariedade e paz


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Pela segunda vez, a Campanha da Fraternidade será ecumênica e pedirá paz. Neste ano, entretanto, as Igrejas participantes pretendem mobilizar a população brasileira para que decida, de forma democrática e mediante sufrágio universal, a respeito da proibição da comercialização de arma de fogo e munição em todo território nacional. Já não era sem tempo. É preciso dificultar ainda mais o comércio de armas de fogo.

Há que se perguntar o que leva uma pessoa cujo trabalho não dependa da utilização de um revólver querer ter um em casa. E o que é pior: muitas vezes sem qualquer preparo.

Em Bauru, temos ínúmeros exemplos de acidentes com armas de fogo. Conforme pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU), veiculada pelos meios de comunicação, os brasileiros correm quatro vezes mais riscos de morrer por arma de fogo do que a média nos demais países. Basta! Está mais do que provado que arma de fogo em casa não é sinal de segurança. Então, vamos dizer sim à Campanha da Fraternidade e nos desarmar. Felizes os que promovem a paz!

Bruna Kondo

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