Toninho Garmes era consultor jurídico da Câmara.
Foi aberto um concurso na área burocrática e uma das provas era de digitação em computador.
Antes de ingressar na política, foi bancário, delegado de polícia e juiz de direito.
Exímio datilógrafo, com muitos toques por minuto, 155 se não me engano, serviu essa sua capacidade operacional de parâmetro para se obter a nota máxima para aqueles que fizessem a prova e atingissem esse número de toques, num texto no qual o próprio computador, depois de terminada a digitação pelo candidato, dava-lhe a nota em função de sua velocidade, combinada com o número de erros cometidos.
Somente um candidato, um nissei chamado Narciso, conseguiu essa façanha, para a qual estavam inscritos inúmeros concorrentes. (contada por Irineu Azevedo Bastos)