Tribuna do Leitor

Histórias fantásticas - capítulo II - viagem cósmica


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Einsten, na sua Teoria da Relatividade, nos diz que o tempo na Terra corre mais que o tempo no espaço. Por exemplo, dois gêmeos de 30 anos. Se um deles ficasse na Terra e o outro viajasse numa nave espacial, à velocidade da luz (300 mil km. por segundo), durante dez anos terrestres (dentro da nave), quando retornasse ao planeta, o que viajou estaria com 40 anos e o que ficou na Terra, com 90 anos.

Vivíamos no ano de 1980, século XX, um cidadão herdava do avô um sobradão, num local ermo, distante do centro de Bauru. Chegando lá notou um cenário estranho: simbolismos por todo lado, mais parecia uma sociedade secreta. Ao apertar um botão, abriu-se uma passagem secreta para uma biblioteca. Ela continha os segredos de uma ciência estranha, desconhecida por ele. Começou a estudar os livros. Lá aprendeu a como se projetar a própria mente no espaço.

Fez isso. Penetrou em mundos diferentes, dimensões diferentes. Conheceu povos de várias partes do Universo. Quando voltou, havia passado alguns anos, e Bauru estava pior. Fez outra viagem. Descobriu um planeta que tinha pirâmides. “Vocês também constroem Pirâmides?” “Sim, respondeu o extraterrestre. Mas é para capitar energia cósmica. Vocês terrestres não sabem o que perderam quando deixaram de construir pirâmides. Uma simples pirâmide pode capitar energia para uma cidade inteira. E mais, se as tuas células se reproduzissem à velocidade quando você estava em gestação, durante um certo tempo, você estaria maior que o planeta... Estudamos isso e descobrimos o Método de Aceleração Genética. Com esse método, mais a energia das pirâmides, desenvolvemos nossa agricultura. Com um simples hectare, produzimos durante um ano alimentos para a população de 1 milhão de habitantes. Por isso, possuímos grande quantidade de florestas nativas e não poluímos o meio ambiente.” E quando voltou a cidade de Bauru estava pior.

Sempre foi assim. Fazia um projeto astral, viajava. E quando voltava Bauru estava política administrativamente pior. Mas estas viagens lhe deram uma vasta soma de conhecimentos.

Da última vez, cansado de tanta viagem, e ver que Bauru estava cada vez pior, decidiu: “Basta com tudo isso. Agora ficarei e enfrentarei esta triste realidade, para poder modificá-la”. Moral da história: Acorde, pare de sonhar, adquire conhecimentos e lute se quiser transformar a realidade. (José Carlos Felix de Abreu - RG 9.914.647)

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